O amigo do meu filho me seguiu até o carro
Beijei-o no carro como se tivesse desejado aquilo a vida inteira, e só então entendi que o garoto que vi crescer já não era uma criança.
Beijei-o no carro como se tivesse desejado aquilo a vida inteira, e só então entendi que o garoto que vi crescer já não era uma criança.
Eu fechava os olhos todas as noites e voltava à mesma imagem. Sabia que era errado, mas a curiosidade falou mais alto que qualquer culpa.
Dançávamos quando ele se aproximou do meu ouvido e me lembrou do que tinha visto naquela outra noite. Meia hora depois, eu entrava na caminhonete dele no fim do corredor.
Na primeira vez que Carla cruzou as pernas no banco de trás, soube que aquelas viagens complicariam minha vida muito mais do que eu jamais imaginara.
Desci as escadas com o conjunto que havia escondido por semanas e, pelo jeito como ele me olhou, soube que naquela noite não haveria volta.
Cheguei com a fita métrica e os nervos à flor da pele. Tudo o que eu queria era evitar a ala oeste, mas ele já tinha perguntado por mim na recepção.
Achei que a casa estivesse vazia, mas os murmúrios vinham do andar de cima. Fiquei imóvel na escada, sem coragem de subir ou ir embora.
Aceitei com três condições claras e a mão do meu marido tremendo na minha. O que aconteceu naquela tarde na sala ainda me faz duvidar de quanto o conheço.
Ela disse que eu voltasse às dez, quando fechasse a loja, e que me chuparia melhor que qualquer uma. Levei quatro noites para encontrá-la no caixa de novo.
Quando entrei no banco do carona e ele disse «olha como você me deixou», soube que naquela noite não sairia do táxi sendo o mesmo de antes.
Tirei o moletom na escada, esperei ouvir o chuveiro no andar de cima e voltei à cozinha decidida a fazer aquele homem parar de olhar para a geladeira.
Eu só ia levá-las para casa depois da festa. Não imaginei que a amiga dela, solta pelo álcool, transformaria aquela viagem noturna em algo que ainda não terminei de contar.
Não acendi a luz. Só senti suas mãos puxando minha roupa e sua boca me procurando na penumbra, sem uma única palavra, como se ela soubesse de cor o que vinha fazer.
Admito que gosto de provocar. Mas naquela manhã, quando coloquei os cinco na caminhonete sem nada por baixo da legging, soube que o fim de semana sairia do controle.
Eu sempre me perguntava de onde ele tirava tanto dinheiro. Quando finalmente me mostrou, meu melhor amigo estava diante de mim de meias brancas e com um sorriso que mudou tudo.
Meu namorado achava que eu não teria coragem. Apostou que eu só deixaria o jardineiro excitado pela janela, mas naquela tarde ele acabou ajoelhado diante de mim.
Entrei naquela oficina dando ordens, como sempre faço. Não imaginei que aquele homem coberto de graxa me faria lembrar quem realmente mandava naquela tarde.
Levantei os olhos para a professora que todos temiam e senti o sangue gelar: era ela, a mulher com quem eu me masturbara pela câmera durante dois anos.
Estávamos juntos havia meses quando criei coragem para dizer, com o sexo dele ainda em minha mão, que nunca desejei tanto um homem que entendesse o prazer.
Conheci Carolina num curso de inglês e achei que fosse tímida. Naquela noite, no banco do fundo, descobri que ela era muito mais atrevida do que parecia.