Acompanhei minha mulher a um clube de troca
Marisa me pediu um tempo na nossa relação, mas naquela noite me chamou para acompanhá-la ao jogo favorito dela: trocar de parceira diante do outro.
Marisa me pediu um tempo na nossa relação, mas naquela noite me chamou para acompanhá-la ao jogo favorito dela: trocar de parceira diante do outro.
Ficamos sozinhas no escritório às sete. Às dez, Camila estava encostada numa estante do arquivo, e eu já não conseguia pensar no cliente.
Cheguei como acompanhante de um colega, sem convite próprio. Três horas depois eu estava trancado no ático com duas estrelas pornô e sem vontade de sair.
Não havia ondas, nem brisa, nem um único motivo para sair da toalha. Até que ela se ergueu, olhou para os dois e disse o que nenhum ousava pensar em voz alta.
Saí do banheiro enrolado numa toalha e travei na porta: eles já tinham começado sem mim, e naquela noite não sobrou uma única linha para cruzar.
Marina achava que seria um ménage clássico, ela no centro. Até ver seus dois amigos héteros se olhando de um jeito que mudou tudo.
Avisei no chat que sairia vestida de homem, mas entraria no motel feita uma mulher. O que não contei foi o quanto eu desejava aquela noite.
Llevaba semanas sin poder quitarme de la cabeza a aquel hombre. Un día tomé el bus, llamé a Bruno y volví a la finca sin avisarle a nadie.
Tinham se passado duas semanas desde o terraço. Nesta noite ninguém pensava em frear, e o primeiro «verdade ou desafio» mudou tudo.
Chegamos ao motel como sempre, mas dessa vez ela tinha algo diferente no olhar e uma promessa guardada que eu nem imaginava que estivesse disposta a cumprir naquela tarde.
Naquela tarde, eu só queria corrigir uns esboços num terraço. Acabei bebendo com eles e, semanas depois, muito mais que conversando.
Três gin-tônicas, dois colegas que eu mal conhecia e um sofá. O que começou como uma conversa de escritório virou a noite mais inesperada da minha vida.
Cheguei decidida a me comportar. Quando as luzes baixaram e o corpo daquele desconhecido começou a se mover entre nós, soube que algo sairia do controle.
Acordei ao amanhecer com o barulho vindo do quarto deles. A porta estava entreaberta, e o que vi me deixou paralisado no corredor, nu e sem poder me mover.
Ela saiu no meio da manhã e o apartamento ficou em silêncio. Ficamos só eu e ele, e o que a noite anterior tinha despertado já não dava para ignorar.
Era julho e nós dois suávamos. Eu estava nessa havia pouco tempo e ainda tinha muito a aprender, mas naquela noite a mulher me observava da cadeira como se eu fosse o prato principal.
Ela estava tão nervosa que mal sustentava meu olhar. Ele queria me provar pela primeira vez. Eu só precisava cuidar dos dois até o medo passar.
Naquela noite à beira da piscina, achei que me esperava só uma dança. Não imaginei que Marina guardava havia dez anos uma promessa que nos arrastaria aos dois.
Sempre dormíamos na mesma cama e contávamos tudo uma à outra. Naquela noite, com um copo a mais, Renata segurou meu rosto e me beijou como nunca antes.
Baixei o olhar e vi a mão dela apoiada na minha coxa. Éramos amigas havia cinco anos, mas naquela noite, depois do segundo copo de vodca, tudo mudou de uma vez.