O que minha sobrinha planejou na casa de campo
Quando entrei no banheiro, não imaginei que a mãe dela me esperava, nem que minha sobrinha apareceria na porta com um sorriso que mudaria tudo.
Quando entrei no banheiro, não imaginei que a mãe dela me esperava, nem que minha sobrinha apareceria na porta com um sorriso que mudaria tudo.
Sempre fomos os mais próximos da família. O que eu jamais imaginei foi que um fim de semana de vinho mudaria tudo entre nós.
Abri a porta pensando que a casa estava vazia. O ruído vinha do quarto de Marina, e o que vi ao espiar me deixou paralisado no batente.
Haviam se passado oito anos desde a última vez que a vi. Ela voltou feita mulher e com uma única ideia na cabeça: me provocar até eu ceder.
Andrés sempre foi o irmão forte, o que trazia comida e dormia com as namoradas. Até que uma noite de abstinência me procurou na escuridão.
A primeira vez que o vi nu foram apenas alguns segundos, mas bastaram para acender uma curiosidade proibida que eu já não soube como apagar.
Surgia bebendo seu gin tônica quando dois homens se sentaram ao seu lado e falaram de um filme. Quando terminou a bebida, ela já tinha assinado.
Pensei que a casa inteira era minha naquela madrugada. Então a fechadura soou, ele me olhou da porta e eu ainda estava nua sobre o sofá.
Quando meu marido foi embora e me deixou sozinha com o pai dele na casa de campo, eu soube que aquele sorriso lento não era inocente. E eu tinha coisa demais para esconder.
Quando todas foram dormir, ela se aproximou do sofá, me olhou fixamente e disse algo que eu nunca esperei ouvir de uma amiga.
Eu só ia pedir para ele baixar o volume do pornô. Nunca imaginei que essa discussão terminaria com nós dois na cama dele, sem nada nos separando.
Eu disse que sim, mas ele teria que pagar minha saída da cantina e me dar alguma coisa. E lá fui eu, caminhando na frente do meu tio rumo ao hotel.
Eu sabia que meu namorado estava no turno da tarde. Bati na porta do apartamento com o coração disparando, decidida a não ir embora sem o que eu vinha imaginando há semanas.
Passei o jantar inteiro sem calcinha, sabendo o que eu fazia com ele. Quando viu o beco vazio, ergueu a saia vermelha de leve e se encostou na parede sem dizer nada.
Eu estava sozinho em casa, abri o aplicativo e um caminhoneiro romeno respondeu com uma foto que me tirou do sofá e me levou até sua carreta.
Há semanas eu escolhia o vestido, o perfume, a lingerie. Nessa noite ele cruzaria a porta e enfim me veria como sempre sonhei que me visse.
O anúncio dizia: travesti enrustida busca amigo maduro. Naquela mesma semana subi numa caminhonete de vidros escurecidos sem saber direito o que me esperava no fim da viagem.
Compartilhar o quarto com ela naquela casa de frente para o mar parecia inofensivo, até que o calor, o mezcal e o corpo dela colado ao meu mudaram tudo.
Ela costumava se bronzear topless à beira da piscina, certa de que ninguém a via. Até sentir o olhar dele cravado em sua pele nua.
A banheira estava pronta, eu fechei os olhos e, quando os abri, ela já estava nua no batente, oferecendo uma massagem que não acabou nos ombros.