A noite em que um cliente tirou a camisinha
Quando percebi que algo tinha mudado, já era tarde. Eu o tinha até o fundo e ele não parou. Só então entendi o que ele tinha feito sem me pedir permissão.
Quando percebi que algo tinha mudado, já era tarde. Eu o tinha até o fundo e ele não parou. Só então entendi o que ele tinha feito sem me pedir permissão.
Quando o biquíni dela escorregou na beira da água e os homens da praia começaram a olhar, ela não o ajeitou. Só passou a andar mais devagar.
Saí do banheiro sem roupa e ele estava ali, no corredor, tão nu quanto eu. Nos encaramos sem conseguir nos mexer. Esse segundo bastou para mudar tudo.
Pablo e Laura chegavam ao resort pensando em tênis. Oito adultos, um terraço com vista para o mar e uma taça de vinho a mais mudaram todos os planos.
Andrés sabia exatamente o que fazia com as mãos. Cheguei com dor nas costas e saí com algo sem nome, em que ainda penso quando adormeço.
Contratamos Valeria para cuidar do meu sogro, o homem que me insultava há anos. Ninguém imaginou o que aconteceria naquela manhã no banheiro.
Eu já fazia tempo que queria fazer isso: escolher um homem em um lugar público e levá-lo para a cama. Naquela tarde no café, enfim tomei coragem.
Naquela tarde na praia, soube que os quatro estavam nos olhando. O que eu não sabia era que, naquela noite, tudo o que Roberto e eu tínhamos imaginado iria acontecer.
Quando apertei a campainha com o cachorro ao meu lado, não imaginei que aquela estranha de olhar esquivo me levaria até o quarto ainda naquela tarde.
Carmen me olhou do outro lado da cozinha e, sem dizer nada, fechou a distância entre nós. A filha dela estava a cinco metros. Isso só tornava mais difícil resistir.
Na noite em que vi aquela garota sair do quarto da irmã Graciela, eu devia ter seguido andando. Em vez disso, fiquei. E isso mudou tudo.
Valeria acabava de conseguir seu primeiro contrato na indústria. A mãe dela tinha preparado uma surpresa no motel de sempre, no mesmo quarto onde tudo começou.
Eu tinha voltado cedo do bar. O corredor estava escuro e a porta do quarto dele, entreaberta. Parei só um segundo. Aquele segundo mudou tudo.
Eu a vi surgir ao fundo da rua e soube que aquela noite não seria como as outras. Ela não tinha vindo para conversar.
Quando ela disse que eu a atraía, não acreditei. Depois veio a mensagem com o nome do hotel e a hora exata. Aí entendi que era tudo real.
Eu limpava as salas do corredor quando a encontrei sozinha, com o decote aberto e o pescoço tenso. Ofereci uma massagem. Nenhuma de nós imaginava o quanto iríamos longe.
Eu o esperei com uísque e quase nada de roupa. Ele não sabia que aquela noite era só o começo de um plano que eu vinha montando em silêncio há semanas.
Há tardes em que o maior prazer é não fazer nada. Deitei no sofá, abri os braços e disse que ela mandasse.
A TV ligada, as luzes apagadas, uma manta cobrindo nós três. Ninguém disse nada. Foi meu amigo quem moveu a mão primeiro, devagar, como se já esperasse aquele momento.
Encontrei-a dançando com um desconhecido quando ela devia estar com as amigas. Eu a segui, me escondi, e o que vi atrás daquela cortina mudou tudo.