A noite em que uma escort tirou minha virgindade
Nunca tinha ficado com uma mulher. Quando abri a porta e a vi parada ali, soube que naquela noite algo em mim mudaria para sempre.
Nunca tinha ficado com uma mulher. Quando abri a porta e a vi parada ali, soube que naquela noite algo em mim mudaria para sempre.
Nunca achei que depilar o corpo inteiro fosse mudar alguma coisa. Mas quando ele passou a cera nos meus glúteos e mandou eu ficar de quatro, algo acendeu em mim.
Ela apertou minha mão para me cumprimentar e meu coração disparou. Meses de conversas, risadas e tensão acumulada. Só faltava saber o que faríamos com tudo isso.
Vinte anos, virgem, e paralisada no corredor quando o vi pela fresta. O que aconteceu naquela noite não foi o que eu esperava, mas foi exatamente o que eu precisava.
Lucía e Marcos começaram a transar na nossa frente como se fosse a coisa mais natural do mundo. E eu nem consegui me mexer.
Pedalei até o rio com o sangue já quente, sabendo o que faria quando ninguém pudesse me ver. Naquela tarde, enfim, a fantasia se tornaria real.
Estava há semanas vendo-o cruzar o corredor. Naquela tarde ele me chamou à sala dele, e algo dentro de mim soube que tudo ia mudar.
Quando saí do banho, ela estava ali com lingerie preta e aquele sorriso que eu não via havia anos. Naquela noite, ela tinha um plano para mim que eu jamais teria imaginado pedir.
Ela me ligou depois de semanas de silêncio para perguntar se eu estava sozinho. Meia hora depois, estava na minha porta com um vestido florido e algo para me dar.
Minhas amigas estavam demorando e ele apareceu sem eu chamar. Em dez minutos, os dois já sabíamos onde iríamos terminar.
Fui consertar a máquina de lavar dele com uma tanga vermelha por baixo da calça. Só precisava achar o momento para ele notar. Ele não disse nada, mas ficou olhando.
Entrei em silêncio e o encontrei junto à janela, absorto no que havia do outro lado da rua. Meu filho caçula já não era um menino, e eu vi tudo.
Sozinho em casa pela primeira vez em meses, liguei a tela com a vaga intenção de matar o tempo. Ninguém imaginava o que eu estava prestes a descobrir sobre mim mesmo.
Não percebi em que tipo de bairro tinha me enfiado até Valeria parar em frente ao hostel. Quando entendi, já era tarde demais — e mesmo assim entrei.
Quando o peso do corpo dele afundou o colchão às minhas costas, eu soube que não era meu namorado. E soube também que não ia fazer nada para impedi-lo.
Nunca tinha pensado nisso até minhas novas amigas mencionarem. Naquela noite, sozinha no meu quarto, a curiosidade foi mais forte que o medo.
Vesti o vestido preto, as sandálias de salto e, pela primeira vez, não senti vergonha do corpo que vi no espelho. Naquela tarde, ele me esperava.
Estávamos há meses com essa fantasia. Quando o candidato não apareceu, decidi ser eu o desconhecido. Entrei no café e me aproximei da minha esposa como se não a conhecesse de nada.
Rodrigo se aproximou do sofá onde meu marido estava sozinho e disse: "minha namorada está há meia hora te olhando". O que veio depois não foi previsível para nenhum dos quatro.
Faziam três semanas que eu tinha sido deixado. Naquela noite entrei no bar sem vontade de nada e saí com a certeza de que não sabia nada sobre prazer.