A primeira vez que estive com uma grávida
Faziam meses que eu não a via. Quando a vi na entrada do restaurante com a barriga redonda e aqueles olhos escuros, entendi que eu ainda a desejava tanto quanto antes, talvez mais.
Faziam meses que eu não a via. Quando a vi na entrada do restaurante com a barriga redonda e aqueles olhos escuros, entendi que eu ainda a desejava tanto quanto antes, talvez mais.
Durante anos carreguei uma curiosidade sem nome. Quando Diego apareceu na enseada, sozinho e livre, algo mudou antes mesmo de a noite acabar.
Quando cheguei ao apartamento dele naquela tarde de sábado, eu tinha me depilado por inteiro e não usava roupa íntima. Sabia exatamente a que ia. Ou achava que sabia.
Natalia e eu dividíamos o quarto. Só isso. Mas quando apagamos a luz e nossos corpos ficaram a centímetros, os planos mudaram.
Dois rapazes de vinte anos invadindo a casa da vizinha enquanto ela tomava banho. O que aconteceu quando ela os flagrou foi inesquecível.
Tinha vinte e um anos e nunca tinha ficado com uma mulher trans. Valentina mudou isso numa só noite com seu corpo, sua calma e seu jeito de me guiar sem me julgar.
A casa estava vazia e eu tinha todo o tempo do mundo. Nunca imaginei que procurar um carregador me levaria a descobrir a vida secreta do meu pai e da minha madrasta.
O professor freou sob as árvores e enfiou a mão por baixo da minha saia. Era a primeira vez que alguém me tocava assim, e eu não quis que ele parasse.
Marcos chegou pontual, de terno escuro e cheiro de colônia cara. Quando fechei a porta do apartamento, soube que nós dois estávamos prestes a cruzar uma linha.
Entrou no confessionário para falar de seus sonhos. Quando saiu da sacristia, já não era a mesma. Tinha dezoito anos e acabara de descobrir o que seu corpo lhe pedia havia meses.
Uma aposta, álcool e anos de amizade. Nessa noite, Adrián e Marcos descobriram que alguns limites não estão onde parecem.
Quando Rodrigo chegou com “ele”, demorei vários minutos para entender que aquele corpo perfeito e aqueles quadris pertenciam a um homem. Nessa noite, tudo mudou.
Eu achava que a casa ao lado estava vazia havia meses. Quando a luz do escritório se acendeu numa noite, descobri que eu vinha sendo o espetáculo de alguém.
Conversamos por meses no chat antes de nos vermos ao vivo. Quando o vi na entrada do teatro, soube que aquela noite não terminaria como eu planejava.
Eu andava de pernas abertas, carregado de uma dor que não sabia aliviar. Quando ela entrou no meu quarto e perguntou o que acontecia, percebi que não havia mais volta.
Quando abri a porta para meu tio naquela tarde, não havia mais ninguém em casa. O que confessei depois, no sofá dele, eu nunca tinha dito a ninguém.
Jantávamos como em qualquer domingo quando meu pai soltou a frase. Três horas depois, meu irmão e eu fechávamos a porta do quarto deles sem saber o que seríamos ao amanhecer.
Fazia anos que eu não a via. Quando desceu do ônibus, já não era a menina que eu lembrava, e naquela noite dividimos muito mais do que o lençol.
Eu estava há meses cobrando de desconhecidos quando ligou uma garota que vinha perder a virgindade comigo. Naquela tarde entendi quase tudo.
Ela chegou ao meu apartamento com a bochecha ainda roxa. Na mesma noite entrou no banheiro enrolada numa toalha e a deixou cair ao me ver.