O strip poker que terminou no apartamento de Mateo
Quando as duas nos ajoelhamos sobre o tapete, já não era pela aposta. Foi a primeira vez que soube o que queria fazer com o meu corpo.
Quando as duas nos ajoelhamos sobre o tapete, já não era pela aposta. Foi a primeira vez que soube o que queria fazer com o meu corpo.
Enquanto elas ainda estavam na água, ele me propôs o que eu vinha imaginando havia um ano. Baixei a cerveja sobre o balcão e disse sim antes de me arrepender.
Quando subi no barco em Luxor, achei que iria descansar. Três noites depois eu estava nua num terraço sobre o Nilo, sem saber qual corpo me tocaria.
Desci ao parque com as notas prontas, mas ele exigiu outra coisa. Se eu dissesse não, no dia seguinte meu filho voltaria a levar uma surra.
Quando o vi entrar com os outros dois, soube que não me conteria naquela noite. Meus saltos vermelhos e o olhar dele bastaram para mudar tudo em minutos.
Sempre ignorei os olhares e os comentários dele. Até que abri por engano a conversa com a esposa dele e li, palavra por palavra, tudo o que ela pensava de mim.
Entrei naquele bar do calçadão procurando frutos do mar e acabei fechando quinze dias com uma desconhecida. Três anos depois, ainda não contei isso a ninguém.
Quando Valeria calçou as sandálias douradas e me olhou daquele jeito, eu soube que naquele dia não sairia de lá só com um relógio.
Nunca imaginei que meu colega guardasse os mesmos segredos que eu. Descobrimos isso naquela noite, com o bar quase vazio e vinho demais nas taças.
Quando fui ao parque enfrentar o garoto que extorquia meu filho, não imaginei que seria eu a pagar o preço mais íntimo.
Quando ele chegou à minha porta achando que vinha ajudar, eu já tinha tudo planejado. Ele tinha vinte anos e a ingenuidade de quem não sabe o que o espera.
Fazia doze anos que ninguém a olhava assim. Rodrigo tinha vinte, chegou com uma escada e um sorriso, e ela só queria que consertassem o telhado.
Eu estava sozinha com meu filho havia dois anos quando o banco enviou a carta. O gerente tinha uma proposta. Eu aceitei. O que não esperava era o que descobriria sobre mim mesma.
Eu tinha 18 anos e era tímido a ponto de nunca ter tocado numa mulher. O que começou como aulas de reforço acabou sendo minha verdadeira iniciação.
O corredor estava escuro quando decidi empurrar a porta dele. Eu sabia o que significava entrar. E entrei mesmo assim.
Quando a mão dela roçou a minha ao me passar o copo, ela não a retirou. Me olhou por cima dos óculos, mordeu o lábio e eu soube que estávamos esperando há tempo demais.
Cheguei ao hotel tremendo, convencida de que seriam só fotos. Quando o segundo irmão entrou, soube que a noite não terminaria como eu tinha planejado.
Quando entrei na cozinha naquela manhã, ela estava de costas, com uma camiseta que mal cobria as coxas. Três anos mudam muita coisa numa pessoa.
Eu sabia que ele era o pai da minha amiga. Sabia que era loucura. Mesmo assim, meus pés me levaram até a porta dele, quilômetro após quilômetro.
O chat de adultos era uma péssima ideia às cinco da tarde. Mas quando o nome dela apareceu e ela disse oi com aquela voz rouca, já era tarde demais para fechar a janela.