Minha inquilina me ensinou que eu ainda podia desejar uma mulher
Aos sessenta e três anos, eu passava uma década me masturbando sozinha. Não esperava que a garota do quarto livre fosse mudar isso para sempre.
Aos sessenta e três anos, eu passava uma década me masturbando sozinha. Não esperava que a garota do quarto livre fosse mudar isso para sempre.
Camila puxou o lençol sem pensar e ficou olhando justamente onde não devia. O que veio depois mudou para sempre a forma como minha irmã e eu nos falávamos.
O garoto da vizinhança me olhava sem vergonha, de cima a baixo, enquanto eu tentava manter a voz firme. Tinha quarenta e seis anos e um filho para salvar.
Quando ele trancou a porta da biblioteca, eu soube que meu joguinho de saias e olhares tinha acabado de cruzar uma linha sem volta.
Sofia passou anos imaginando como seria aquela noite. Não imaginou que Camila estaria lá, nem que Rodrigo também não iria querer que ela fosse embora.
Quando Héctor pôs a mão nas costas de Sofía e ela não a tirou, entendi que aquela viagem seria diferente de todas as anteriores.
Eu estava com a lingerie dela numa mão e o celular na outra quando ouvi a porta da frente se abrir. Camila estava ali, me olhando do corredor.
Ele me sussurrou o número do quarto no ouvido e foi embora. Fiquei com o café pela metade e o pulso martelando na garganta.
Sebastián nunca tinha aberto aquele livro na vida. Mas vinha guardando uma corda na gaveta havia semanas, esperando a noite em que ficássemos sozinhos.
Toda sexta-feira, Marcos cruzava nossa porta sabendo que não voltaria a ser ele mesmo até o domingo. A coleira, a jaula e o vestido o esperavam.
Rodrigo a convenceu a se virar. Era só um momento, dizia. Marcos vinha há anos olhando para ela assim e Sandra só percebeu agora.
Ele me disse para fechar os olhos, que tinha um chocolate para mim. O que senti nos lábios não era exatamente chocolate.
Renata usava um vestido quase transparente de suor e um sorriso que não era de descanso. Ninguém sabia dançar. Nessa noite, isso não importou.
Quando baixei os olhos, vi que ela segurava o preservativo maior entre os dedos. Não era para mim. E, ainda assim, eu não fui capaz de ir embora.
Quando abri a porta vestida com a blusa de botões e os saltos, soube que aquela manhã de inverno não seria uma aula qualquer, mas uma rendição combinada com ele.
Eram seis. Todos com mais de sessenta. Me olhavam sem se mexer, esperando meu sinal. Nunca imaginei que isso seria o que mais me acenderia naquele fim de semana.
Ela apareceu na minha tela numa noite qualquer, mas a voz rouca dela fez algo dentro de mim despertar com uma urgência que eu não sabia que existia.
Quando o chamei para consertar a lareira, eu já sabia que alguma coisa ia acontecer. O calor no peito me dizia isso toda vez que os olhos dele paravam em mim.
Sei que estou sonhando, mas o calor das mãos dele na minha pele é real demais para ignorar. E eu não quero acordar ainda.
Naquela tarde decidi que ia transar com ele custasse o que custasse, mesmo tendo que me vestir para ele e chegar sem disfarce. O que aconteceu depois me deixou tremendo.