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Relatos Ardientes

Marcos vinha há anos olhando para a mãe daquele jeito

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Carmen estava secando os últimos pratos quando ouviu a primeira pancada surda contra a parede do corredor. Não precisou espiar para saber o que aquele som significava. Já o tinha ouvido vezes demais na própria vida, décadas antes, para não reconhecê-lo.

Ela se aproximou devagar, sem fazer barulho. A porta da lavanderia estava entreaberta. Pela fresta, viu os quadris do genro Rodrigo se movendo com um ritmo brutal, socando com a pica enterrada até o fundo, enquanto as mãos agarravam com força os quadris de Laura. A filha mais nova. A irmã de Sandra. Laura estava dobrada sobre a tábua de passar, com a saia levantada até a cintura, a calcinha pendurada em um tornozelo e os peitos balançando sob a blusa amarrotada no ritmo de cada estocada. Carmen viu Rodrigo cravar a rola até as bolas, viu a buceta de Laura escorrendo e fazendo barulho úmido cada vez que ele a penetrava com um golpe seco.

—Fode-me mais forte, filho da puta —ofegou Laura, mordendo o lábio para não gritar—. Arrebenta minha buceta, mete tudo.

—Cala a boca, vagabunda —rosnou Rodrigo, afundando-a com uma investida que fez a tábua tremer—. Que vão nos ouvir. Mas olha como essa buceta de puta aperta.

Rodrigo a agarrou pelos cabelos, puxou e a penetrou com mais raiva, batendo os quadris contra a bunda de Laura com um estalido úmido e obsceno. Laura abafou um gemido, empurrando a traseira para trás para receber cada estocada. Carmen viu a pica do genro entrar e sair encharcada dos fluidos da filha, com as veias marcadas, brilhando sob a luz amarela do quarto.

—Vou gozar, filho da puta —gemeu Laura—. Goza dentro, goza dentro de mim, me enche.

Rodrigo se agarrou aos quadris dela com as duas mãos e acelerou. Carmen ouviu os ofegos quebrados, o estalo das peles se chocando, o gemido abafado de Laura gozando em espasmos que sacudiam a bunda inteira. E então o rosnado gutural de Rodrigo se esvaziando dentro dela, jatos de porra transbordando da buceta de Laura e escorrendo pelas coxas.

Fechou a porta por completo e ficou imóvel no corredor, com o pano de prato apertado entre as mãos. Nesse instante ouviu passos na escada. Viu Marcos descer, o filho mais velho de Sandra e Rodrigo. Dezenove anos recém-completados, alto como o pai, com os mesmos olhos claros que percebiam tudo, embora parecesse não olhar para lugar nenhum em particular.

Marcos também tinha visto. Isso ficou claro pelo sorriso que trazia quando chegou ao último degrau.

***

Na cozinha, pai e filho se encararam por um segundo que se alongou demais. Rodrigo tinha abotoado as calças às pressas e se sentado na cadeira de madeira ao lado da mesa, com aquela postura forçada de quem tenta parecer normal.

—Eu já sei o que você estava fazendo —disse Marcos, sem elevar a voz, sem nenhum drama—. Com a tia Laura.

Rodrigo passou uma mão lenta pela nuca.

—Marcos, me escuta.

—Eu já estou te ouvindo, pai. Mas primeiro me diz há quanto tempo você está fodendo ela.

—Isso não importa agora.

—Pra mim importa. —Marcos abriu a geladeira, pegou um refrigerante, abriu com calma—. Porque, se eu contar pra mamãe que você estava empurrando a irmã dela contra a tábua de passar, o casamento acaba. E isso também não te convém.

Rodrigo o encarou por um longo momento.

—O que você quer?

Marcos tomou um gole, deixou a garrafa no balcão e se virou para o pai.

—Eu quero a mamãe. Quero foder ela.

O silêncio que se seguiu foi denso e durou vários segundos.

—Você está louco —disse Rodrigo em voz muito baixa.

—Pode ser. Mas eu me masturbo pensando nela há anos e isso não passa. —Ele disse isso sem agressividade, sem vergonha, com a mesma calma com que tinha aberto o refrigerante—. É a mulher mais linda que eu conheço. Essa bunda, esses peitos… Fico duro toda vez que ela passa na minha frente. Isso eu não consigo controlar.

—Marcos, ela é sua mãe.

—Eu sei perfeitamente.

Rodrigo se levantou e deu dois passos na direção dele.

—Eu não posso entregar sua própria mãe pra você. O que está acontecendo com você?

—Pai, você acabou de gozar dentro da buceta da sua cunhada na lavanderia. Eu vi você enchendo a xoxota da tia Laura. Você não está em posição de falar comigo sobre limites.

Rodrigo não respondeu nada.

—Temos um acordo? —perguntou Marcos, e perguntou como se já soubesse a resposta.

***

Carmen ouviu o clique da porta da frente e correu para o corredor. Sandra apareceu no batente tirando a jaqueta, com aquela expressão relaxada de quem chega na casa da mãe esperando encontrar café e tranquilidade.

—Filha! —exclamou Carmen, e naquele único som pôs tudo o que não podia dizer.

Sandra tinha trinta e oito anos e usava um jeans preto justo que marcava quadris largos e generosos, uma bunda redonda, alta, que esticava o tecido até o indecente. Tinha prendido o cabelo num rabo de cavalo alto. A blusa acinturada desenhava dois peitos grandes que subiam e desciam com cada respiração. Tinha o ar despreocupado de um domingo à tarde.

—Mãe, o que foi? Você parece nervosa.

—Não, não é isso, é que… teu marido e Marcos estão na cozinha e acho que não é o melhor momento para…

—Por que não seria? —Sandra já caminhava para lá.

Carmen a seguiu sem saber o que dizer.

***

A cozinha cheirava a café de horas atrás. Rodrigo estava sentado à mesa e Marcos apoiado no balcão quando Sandra entrou. Os dois a olharam ao mesmo tempo, com uma fração de segundo de atenção demais que Sandra não percebeu.

—Nossa, que surpresa! —disse ela, indo até Marcos para dar um beijo na bochecha—. O que vocês estão fazendo aqui sem me avisar?

—Vim com Tomás —disse Marcos—. Ele está lá em cima com a namorada.

—Tomás já tem namorada? Ai, temos que conhecer.

—Depois, depois —murmurou Carmen da porta.

Rodrigo se levantou e beijou a mulher nos lábios.

—Amor, você está linda hoje.

—É mesmo? —Sandra virou com um sorriso despreocupado—. Estou com essa calça desde as nove da manhã, nem me arrumei direito.

—Você não precisa se arrumar —disse Marcos, e disse isso com uma calma que fez Rodrigo olhá-lo de lado.

Sandra riu.

—Que cavalheiro você está hoje.

—É verdade. —Marcos não desviou os olhos dela—. O pai tem muita sorte de ter você por perto todos os dias.

—Parece que os homens desta casa estão muito carinhosos esta tarde. —Sandra abriu o armário em busca de alguma coisa.

—Sabe do que eu tenho inveja no seu pai? —disse Marcos.

Sandra se virou, confusa pelo tom.

—Inveja? De quê?

—De ter você perto todos os dias. De ter uma mulher como você. —Marcos disse devagar, sem tirar os olhos da bunda dela—. Quando eu encontrar alguém, quero que seja como você.

—Ai, filho, você ainda é muito novo. Você vai encontrar.

—Não acho, mãe. —Sorriu de leve—. As da minha idade não são como você. Não têm essa bunda, esses quadris, esses peitos.

—Marcos! —Sandra arregalou os olhos, mas não se virou para encará-lo.

Rodrigo se aproximou de Sandra por trás e pôs as mãos na cintura dela.

—O menino tem razão, amor. Você está espetacular. Qualquer homem ficaria duro só de te ver.

—Rodrigo! —Sandra se virou meio de lado, incomodada—. O menino está aqui.

—O menino já tem dezenove anos, mulher. E já fode como os adultos.

—E além disso —disse Marcos—, um casal precisa de confiança. Fico feliz que vocês tenham isso.

Sandra os olhou alternadamente. Algo naquela cozinha não estava certo, mas ela não soube nomear o quê.

—Sabe o que eu gosto em você, mãe? —continuou Marcos—. Que você não percebe o quanto é gostosa. E isso te deixa ainda mais fodível.

—Marcos, para com isso —disse Sandra, embora sem dureza real.

—Só estou dizendo o que penso. —Deu de ombros—. Seus quadris, seu cabelo, seu rosto, esses peitos que se desenham sob a blusa… Não conheço nenhuma mulher com essa combinação.

Rodrigo não dizia nada. Observava.

—Ai, filho, eu sou sua mãe! —exclamou Sandra, metade envergonhada, metade com algo mais difícil de definir.

—Eu sei. Não estou te desrespeitando. Só estou sendo honesto. Você me deixa duro, mãe. Agora mesmo eu estou duro por sua causa.

Sandra engoliu em seco. Não respondeu.

Rodrigo se aproximou de novo e deu uma palmada firme na nádega da mulher, fazendo o tecido do jeans saltar.

—Rodrigo! —protestou Sandra.

—Te incomodou? —perguntou ele, sorrindo, e amassou uma nádega inteira com a mão aberta.

Sandra abriu a boca. Fechou.

—Bom… não. Mas o menino está aqui.

—O menino já é homem, mulher. E tem olhos. Ele vê perfeitamente a bunda que você tem.

—É verdade, mãe —disse Marcos, com a voz mais baixa—. Eu também não conseguiria me conter.

Sandra os olhou e havia em sua expressão algo que oscilava entre a indignação e uma curiosidade que ela não queria reconhecer. Sentiu a buceta umedecer sob o jeans e odiou senti-lo.

—Você devia se virar um instante —disse Rodrigo.

—O quê?

—Para Marcos ver essa bunda. Só isso.

—Rodrigo, o que deu em você hoje?

—Amor, o menino passa anos te olhando e nunca diz nada. Não acha que ele merece…?

—Não. —Sandra cortou—. Sou a mãe dele.

Marcos não disse nada. Continuou olhando para ela com aquela paciência que começava a lhe parecer diferente de como ela se lembrava. Ela conseguiu ver, sem querer ver, o volume que se marcava na calça do filho.

Rodrigo se colocou atrás dela e falou bem perto do ouvido, com uma mão deslizada por baixo da blusa, subindo pela barriga dela.

—É só se virar. Um momento. Nada mais. Deixa ele ver sua bunda. Deixa ele ficar bem duro.

***

Ela não soube por que fez aquilo.

Talvez tenha sido a insistência calma de Rodrigo, que sempre soube convencê-la sem levantar a voz. Talvez fosse algo que ela vinha deixando sem nome há semanas, algo na maneira como Marcos a olhava havia meses, com aquela calma que não era indiferença, mas justamente o contrário.

Sandra virou de costas.

Atrás dela, o silêncio durou vários segundos. Sandra sentiu os olhos do filho cravados na bunda dela, percorrendo-a, medindo-a, despindo-a mentalmente.

—Meu Deus —murmurou Marcos—. Porra, mãe, que bunda você tem.

Sandra não disse nada. Sentia o peso daquele olhar nas costas como algo físico, como calor. E, entre as pernas, a umidade começava a molhar a calcinha.

—Posso tocar? —perguntou Marcos.

—Não.

—Só os quadris.

—Não.

—Só um instante. Só um instante. Deixa eu tocar em você, mãe.

Rodrigo se pôs diante dela e segurou seu rosto com as duas mãos.

—Olha pra mim. Somos sua família. Não vai acontecer nada com você. Ele só vai te tocar um pouco. É seu filho, ele quer te sentir.

—Isso está errado, Rodrigo.

—Está? Mesmo? —Beijou-a devagar, enfiando a língua na boca dela—. O menino te quer. Eu te quero. Não tem mais ninguém nesta cozinha.

Marcos se aproximou por trás sem esperar mais permissão. Pôs as mãos nos quadris da mãe bem devagar, como se estivesse tateando algo que acreditava poder quebrar. Sandra não se mexeu.

As mãos de Marcos deslizaram para baixo, apertando com uma firmeza que não era brusca, mas deliberada. Ele agarrou as duas nádegas por cima do jeans, apertando, amassando, sentindo a carne ceder e voltar. O tecido do jeans cedeu sob os dedos dele e ele tomou nota de cada centímetro da bunda enorme e firme da mãe.

—Mãe —murmurou, e nessa palavra havia algo que Sandra nunca tinha ouvido antes.

—Marcos —respondeu ela, sem saber também se era um aviso ou outra coisa.

—Te incomoda eu tocar sua bunda?

Sandra não respondeu.

Rodrigo a beijou de novo, mais devagar, e desabotoou os primeiros botões da blusa. Tirou um peito do sutiã e começou a chupar o mamilo até deixá-lo duro. Passou uma mão pela nuca dela e a segurou enquanto sugava.

—Está vendo o que você provoca? —disse entre lambidas—. Está vendo o que faz estar aqui, com esse corpo, sem calcinha por baixo do jeans, sua puta?

—Estou com calcinha —ofegou Sandra.

—Pois não por muito tempo.

Marcos encostou os quadris nela com suavidade e ela sentiu a rola dura do filho se apertando contra sua bunda através do tecido. Sandra sentiu o que sentiu e não nomeou. Rodrigo a segurou quando ela apoiou os cotovelos no balcão.

Isso não pode estar acontecendo, pensou. Isso não pode estar acontecendo e eu não estou me mexendo. E estou com a buceta encharcada.

Mas não se mexeu.

***

O que se seguiu aconteceu passo a passo, como se cada momento precisasse do anterior para se justificar. Rodrigo desabotoou o botão do jeans dela, abriu o zíper e o deslizou pelas coxas devagar, baixando-o até os joelhos. A calcinha de algodão branca se colava à buceta, com uma mancha escura de umidade bem no centro.

—Olha como sua mãe está —disse Rodrigo a Marcos por cima do ombro de Sandra—. Está escorrendo.

—Porra —sussurrou Marcos.

Marcos baixou a calcinha dela com dois dedos, puxando-a por cima das nádegas até a metade da coxa. A bunda de Sandra ficou exposta, redonda, branca, com a carne perfeita de uma mulher que tinha parido duas vezes e não perdera a firmeza. Marcos tocou o que encontrou com mais confiança do que antes, amassando sem pressa, aprendendo uma forma que passara anos imaginando em segredo enquanto se masturbava no quarto.

—Mãe, você é perfeita —murmurou ele, separando-lhe as nádegas com os polegares, vendo pela primeira vez a buceta de sua mãe—. Porra, você está encharcada.

—Não fala isso —respondeu Sandra, mas sua voz já não tinha o peso que precisava.

Marcos se agachou e passou a língua na buceta de baixo para cima, lambendo tudo, chupando os lábios inchados e chegando ao clitóris. Sandra abafou um gemido e se agarrou à borda do balcão com as duas mãos.

—Ai, Marcos, não —ofegou—. Não faz isso.

Mas ele fez. Enterrou a língua na buceta dela e começou a comê-la com fome, sugando, lambendo, enfiando a língua até o fundo. Rodeou o clitóris com os lábios e o sugou, e Sandra soltou um gemido que escapou da garganta antes que ela pudesse impedir.

—Cala essa buceta, mãe —disse Marcos entre lambidas—. Está uma delícia.

Rodrigo, enquanto isso, tinha abaixado as calças e tirado a pica. Estava dura, grossa, ainda brilhando com os restos da porra que havia esvaziado dentro de Laura. Pôs-se diante de Sandra e levantou o queixo dela com dois dedos.

—Chupa, querida. Enquanto o menino te come a buceta, você me mama.

Sandra abriu a boca sem pensar e Rodrigo enfiou a pica inteira de uma só vez. Agarrou-a pelos cabelos, puxando o rabo de cavalo, e começou a foder sua boca com investidas curtas e profundas. Sandra sentiu a ponta bater no fundo da garganta e se entregou, se entregou porque a língua de Marcos no clitóris não a deixava pensar em outra coisa além de gozar.

—Chupa, puta —ofegou Rodrigo—. Chupa a pica do seu marido enquanto seu filho te come.

Marcos enfiou dois dedos na buceta dela, curvando-os, procurando o ponto que tinha lido na internet. Sandra apertou as paredes em torno daqueles dedos e sentiu a primeira onda subir. Marcos acelerou, lambendo o clitóris com a ponta da língua enquanto a penetrava com os dedos, e Sandra gozou com um gemido abafado pela pica de Rodrigo na boca. A buceta se contraiu inteira e escorreu sobre os dedos do filho.

—Ela gozou —disse Marcos, tirando os dedos brilhantes e chupando-os um a um—. A mamãe gozou comigo.

Rodrigo tirou a pica da boca de Sandra, que ficou ofegante com um fio de saliva pendurado no queixo.

—Deita a cabeça dela no balcão —disse para Marcos—. E mete. Você já não aguenta mais.

Marcos tirou a rola da calça. Estava dura até doer, comprida, com as veias grossas, a ponta avermelhada e pingando. Colocou-se atrás da mãe, passou a pica pelas nádegas dela, esfregou-a na fenda da bunda, e depois a apoiou na entrada da buceta encharcada de Sandra.

—Mãe —murmurou—. Vou te meter.

—Marcos, não…

—Vou.

Ele a penetrou de um só empurrão, enterrando-se até as bolas na buceta da mãe. Sandra soltou um grito rouco, agarrou-se ao balcão, e Marcos ficou parado por um segundo, aguentando, com a pica enterrada até o fundo na buceta onde fora concebido dezenove anos antes.

—Porra, mãe, como você está apertada —ofegou—. Aperta como a buceta de uma virgem.

—Se mexe, filho da puta —sussurrou Sandra, e ela mesma se surpreendeu ao se ouvir—. Se mexe agora.

Marcos começou a foder. No começo devagar, saindo quase inteira e entrando de novo, aprendendo o ritmo. Depois mais rápido, agarrando-a pelos quadris com as duas mãos, batendo a pelve contra a bunda da mãe com um barulho úmido e obsceno. A cozinha se encheu do som dos corpos, dos gemidos de Sandra que já não tentava calar, do ofegar cortado de Marcos e dos golpes secos da carne contra a carne.

Rodrigo foi para o lado, com a pica na mão, vendo o filho foder a mulher. Aproximou-se de Sandra pela frente e enfiou a pica de novo na boca dela.

—Olha pra mim enquanto ele te fode, amor. Olha pra mim. Só pra mim.

Sandra o olhou, com a boca cheia da pica do marido e a buceta destruída pela pica do filho. Atrás, Marcos seguia o próprio ritmo, desajeitado e minucioso ao mesmo tempo, com uma intensidade que a desconcertava por ser nova e por vir dele.

É meu filho, pensou. O que está entrando na minha buceta é a pica do meu filho.

Rodrigo abafou o pensamento com outra estocada na boca.

—Não pensa —disse—. Só sente o menino te fodendo. Como ele enfia a pica em você. Seu próprio filho.

Os quadris de Marcos acharam um ritmo brutal. Ele agarrou o rabo de cavalo com uma mão, puxando-a para trás, e com a outra deu uma palmada seca na nádega que deixou a marca vermelha dos cinco dedos. Sandra apertou os dedos na borda do balcão e fechou os olhos.

—Pai, vou pô-la de quatro —disse Marcos.

—Põe —respondeu Rodrigo, tirando a pica da boca da mulher.

Entre os dois, deitaram-na no chão da cozinha, sobre as lajotas frias. Sandra ficou de quatro, com a bunda erguida e as costas arqueadas. Marcos se colocou atrás e a meteu de novo, desta vez até o fundo com uma única investida. Rodrigo ficou na frente e lhe ofereceu a pica no rosto.

—Continua chupando, puta. Continua.

Sandra abriu a boca e Rodrigo a meteu outra vez. O duplo empalamento a fez perder a cabeça. Marcos a fodia por trás com o desespero acumulado de anos, e Rodrigo a fodia na boca com a calma de quem já tinha gozado uma vez naquela tarde. A cozinha cheirava a sexo, a suor, a buceta molhada.

—Mãe, não aguento mais —ofegou Marcos, agarrando-se aos quadris de Sandra—. Vou gozar.

—Goza dentro —disse Rodrigo, afastando-se da boca da mulher—. Enche a buceta da tua mãe de leite.

—Sim —ofegou Sandra sem pensar, sem acreditar em si mesma—. Goza dentro, filho, goza dentro da mamãe.

Marcos acelerou. As últimas estocadas foram selvagens, batendo no fundo da buceta da mãe a cada golpe. Sandra sentiu a pica do filho inchar dentro dela, sentir-se ainda mais dura um instante antes de explodir. Marcos soltou um gemido gutural que não era um grito, mas algo mais honesto e mais nu, e se esvaziou dentro dela em jatos quentes que Sandra sentiu salpicar suas paredes internas uma e outra vez. Gozou com o segundo jato, com os espasmos da buceta ordenhando a rola de Marcos até a última gota.

Depois, Rodrigo a agarrou pelos cabelos, levantou-lhe o rosto e gozou sobre ela, jatos grossos de porra que caíram na testa, nas bochechas, nos lábios, no queixo. Sandra abriu a boca para engolir o que entrava e lambeu os lábios cheios de leite.

Depois, silêncio.

Marcos apoiou a testa nas costas da mãe, ainda com a pica dentro, sentindo a porra escorrer pelas coxas dela. Estava com a respiração completamente destruída e as mãos ainda agarradas aos quadris de Sandra.

—Obrigado —murmurou. Só isso.

Nessa palavra havia algo que não era só satisfação física. Era algo mais indefeso, mais honesto do que Sandra esperava. Algo que ficou pairando na cozinha muito depois de tudo terminar.

***

Rodrigo foi o primeiro a se afastar. Foi até a torneira, lavou as mãos, limpou a pica com um pano úmido, pegou um copo d’água. Marcos tirou por fim a rola da buceta da mãe, e um jato de porra espessa saiu depois e escorreu pelas coxas até os joelhos. Sandra se levantou devagar, sem olhar para nenhum dos dois, e se vestiu em silêncio, metodicamente, como se pudesse organizar também o que acabara de acontecer com o mesmo gesto mecânico de abotoar um botão. Limpou a porra do rosto com um pedaço de papel, ergueu a calcinha ainda sentindo o leite do filho escorrendo dentro dela, abotoou o jeans.

—Você está bem? —perguntou Rodrigo.

—Sim —disse ela.

—Tem certeza?

—Eu disse que sim.

Marcos continuava apoiado no balcão, com a pica ainda de fora, meio flácida e brilhando com os fluidos da buceta da mãe, olhando para ela com uma expressão que misturava algo parecido com gratidão e algo parecido com vergonha tardia.

—Mãe —começou.

—Agora não —disse Sandra sem se virar.

Ela saiu da cozinha sem pressa, mas sem parar, com aquele jeito de andar que tinha quando não queria que ninguém visse o rosto dela. Sentia a porra escorrendo pela parte interna das coxas a cada passo.

Carmen estava no corredor com o pano de prato ainda nas mãos, igual uma hora antes, como se não tivesse mexido um músculo em todo esse tempo. Olhou para Sandra quando ela passou ao lado.

—Não diga nada, mãe —murmurou Sandra.

Carmen não disse nada.

***

No andar de cima, Laura saiu do banheiro com o cabelo molhado e a cabeça um pouco mais leve. Tinha escovado os dentes duas vezes, depois de ter chupado a pica de Rodrigo até fazê-lo gozar a primeira vez, antes que ele a fodesse contra a tábua de passar. Tinha prometido a si mesma que o que aconteceu naquela tarde com Rodrigo tinha sido um erro que não se repetiria, que amanhã tudo voltaria ao normal, que ela conseguiria se controlar embora ainda sentisse a porra do cunhado escorrendo da buceta.

Abriu a porta da lavanderia para buscar uma toalha limpa.

Tomás estava dentro. Sozinho. Com a pica dura em uma mão e, na outra, umas calcinhas de renda pretas que Laura reconheceu de imediato: eram as que ela lembrava ter deixado sobre a cadeira duas horas antes, depois de Rodrigo arrancá-las dela. O sobrinho estava passando-as pelo rosto, cheirando-as, enquanto se masturbava com força.

O filho a olhou de olhos bem abertos e corpo paralisado, com a pica ainda na mão.

Laura não disse nada durante um segundo que pareceu durar muito mais. Olhou a pica do sobrinho, dura, pingando, e depois a própria calcinha encharcada de porra alheia na mão dele.

Então fechou a porta devagar. Por dentro. Com ele dentro.

Nesta casa todos têm seus segredos, pensou enquanto se aproximava de Tomás sem parar de olhar para a pica dele. E hoje todos vieram à luz de repente.

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