Uma desconhecida me tirou para dançar lambada
Cheguei solteira e entediada, pronta para ir embora cedo. Então a lambada começou e umas mãos firmes me puxaram pela cintura por trás.
Cheguei solteira e entediada, pronta para ir embora cedo. Então a lambada começou e umas mãos firmes me puxaram pela cintura por trás.
Ela estava há cinco anos com o namorado e nunca tinha duvidado. Até que aquela mulher de olhos negros a encarou na plataforma e algo se quebrou por dentro.
Ouvi-a fechar as malas do outro lado da parede e soube que ela partiria ao amanhecer. Descalça e trêmula, atravessei o corredor até a porta entreaberta do quarto dela.
Ela chegou vinte minutos atrasada de propósito, para não dar tempo de irmos ao teatro. Só então entendi que ela já tinha decidido como a noite terminaria.
Eu a segui nas redes para me vingar da minha ex, mas acabei desejando ela. Meses depois a vi no meio do público e soube que dessa vez não a deixaria ir.
Ela marcou um horário para uma depilação de rotina antes das férias. O que não esperava era a forma como aquela mulher a olharia ao fechar a porta da sala reservada.
Eu já contava as horas para o meu casamento quando a vi sair da cafeteria. Não a via há anos, mas meu corpo a reconheceu antes de mim.
Ela levava uma pistola escondida na meia e uma missão impossível: se aproximar da mulher mais perigosa do salão sem que o desejo a denunciasse antes da hora.
Quando ela se sentou no balcão e sorriu para mim, achei que dividiríamos apenas um gole. Não imaginei que, horas depois, estaria nua, esperando sua próxima ordem.
Ela conduzia o retiro com a devoção de quem nunca quebra uma regra. Eu só queria uma massagem a sós, longe das rezas e dos olhares alheios.
Íamos nos odiando no escritório, mas naquela noite, com a quarta margarita na mão, o polegar dela roçou minha coxa nua e tudo mudou.
Quando lhe ofereci o trabalho, ela sorriu e disse que agora era a vez dela de perguntar. A primeira foi se eu a levaria para a cama depois do jantar.
Eu só servia as bebidas. Ela me olhava do outro lado do balcão como se já soubesse, antes de mim, como aquela noite ia terminar.
Quando cheguei ao bar, minha esposa já não estava sozinha: uma desconhecida acariciava sua cintura, e tudo o que eu não queria era que parassem.
Bruno tinha partido meu coração outra vez, mas quem me esperava naquela casa nos arredores não era ele, e sim sua mãe, com um vestido que não deixava nada à imaginação.
Seis anos fingindo que nada acontecia cada vez que se encostavam. Numa noite de cidade adormecida, nenhuma das duas quis continuar fingindo.
Senti a mão dela subir pela minha coxa no meio da multidão do metrô e, embora eu não pudesse me mexer um centímetro, não quis que ela parasse.
Eu tinha vinte e dois anos e nunca tinha visto outra mulher nua, até aquela tarde no banho, quando ela tirou a roupa de baixo como se eu não estivesse olhando.
Fui buscar conselho na única mulher em quem confiava, sem imaginar que naquela tarde, na casa de campo, descobriria tudo o que meu corpo ainda não sabia sentir.
Achei que agir por conta própria a deixaria orgulhosa. Me enganei. Assim que Renata entrou e viu o que eu tinha feito, soube que naquela tarde aprenderia a obedecer.