O vizinho maduro que meu marido não conseguia suportar
Andrés me dizia que o vizinho nos olhava demais. Ele tinha razão. Mas naquela tarde de agosto, quando a campainha tocou e fui abrir, eu me alegrei de ele não estar.
Andrés me dizia que o vizinho nos olhava demais. Ele tinha razão. Mas naquela tarde de agosto, quando a campainha tocou e fui abrir, eu me alegrei de ele não estar.
Bastou um olhar pela janela para saber que aquele garoto faria tudo o que eu mandasse. Eu só precisava do momento certo.
Vivíamos há anos em silêncios e jantares frios. Quando ele entrou para arrumar a lareira, algo se quebrou em mim. E eu deixei acontecer.
Quando abri a galeria dele para limpar a câmera, encontrei centenas de fotos minhas. Pensei em ir embora. Depois vi o que havia sob a calça dele e mudei de ideia.
Ele devia ter uns sessenta anos e um olhar que não escondia nada. Quando me chamou para a casa dele, eu soube exatamente o que ia acontecer.
Deixei a cortina entreaberta de propósito. Ela sabia e não parou de olhar. Assim começou tudo: nos observando à distância antes que a distância deixasse de importar.
Eu a espionava da minha janela enquanto estendia as roupas no terraço. Aquelas tetas enormes, aquele sorriso cúmplice. Ela sabia que eu olhava e nunca disse nada... até aquela terça-feira.
Vim passar a noite no apartamento dele e acabei nua no sofá enquanto a melhor amiga dele nos observava da poltrona, sem se mexer e sem dizer uma palavra.