O vizinho que me ensinou a desejar os homens
Quando fiquei a sós com Marcos, o vizinho de toda a vida, algo mudou entre nós. Ele se aproximou devagar e me beijou sem pedir permissão nem desculpas.
Quando fiquei a sós com Marcos, o vizinho de toda a vida, algo mudou entre nós. Ele se aproximou devagar e me beijou sem pedir permissão nem desculpas.
Quando ela me convidou para subir ao apartamento dela, eu soube que não podia dizer não de novo. Ela tinha quase setenta anos e eu trinta e seis, e isso nunca tinha importado tão pouco.
Morávamos na mesma quadra e fingíamos ter esquecido os jogos de infância — até uma volta de bicicleta no inverno fazer minha mão ir parar onde não devia.
As duas taças de vinho sobre a mesa de centro e a luz suave do quarto me avisaram que naquela noite eu veria algo que jamais deveria ter visto.
Eu estava havia um mês sem tocar em ninguém quando ele apareceu no meu corredor com uma calça esportiva que deixava pouquíssimo para a imaginação. E eu estava de cueca.
Quando emprestei o slip vermelho a Bruno naquela manhã, não imaginei que meu vizinho viria nos buscar e que a trilha até o rio terminaria em algo que nunca tínhamos feito.
Anos depois, ainda me lembro da calcinha ao vento, da mão entre as pernas e do beijo que ela me mandou da calçada antes de desaparecer. Nunca dissemos uma só palavra.
Naquela tarde na praia, soube que os quatro estavam nos olhando. O que eu não sabia era que, naquela noite, tudo o que Roberto e eu tínhamos imaginado iria acontecer.
Daniela me pediu uma carona até o bairro dela. Ao chegarmos, dois vizinhos bebiam cerveja na rua. Um escondia um segredo que minha amiga já suspeitava. Eu decidi confirmar.
Meu namorado não apareceu na confraternização de Natal. Em vez dele, o padrinho dele — meu vizinho da frente — me ofereceu um drinque, e essa dose a mais mudou tudo.
Sair de tanga e sutiã sob as leggings era meu ritual secreto. Eu não esperava que alguém tivesse coragem de me seguir. Nem que eu quisesse tanto que isso acontecesse.
Busquei os binóculos quase sem pensar. Quando foquei, ela já me olhava da janela. E, em vez de fechar a cortina, a abriu de vez.
Sandra precisava de ajuda com uma persiana. Eu precisava esquecer o pior dia da minha vida. Nenhum de nós esperava que Valentina chegasse tão cedo.
Avisei que era eu, como sempre fazíamos. Ele respondeu que eu entrasse. Encontrei-o no banheiro, fazendo a barba, nu. Tinha o corpo que eu havia tentado não olhar durante meses.
Desci da moto a meia quadra e entrei em silêncio pela porta dos fundos. Do quarto vinham vozes que demorei a reconhecer.
Fui consertar a máquina de lavar dele com uma tanga vermelha por baixo da calça. Só precisava achar o momento para ele notar. Ele não disse nada, mas ficou olhando.
Daniela tinha vinte anos, morava no quarto andar e nunca tinha ficado com uma mulher. Naquele dia, tudo mudou de uma vez.
Quando Sofía cruzou a porta do meu apartamento, não sabia exatamente o que a esperava. A mãe dela tinha planejado tudo com semanas de antecedência.
Dois rapazes de vinte anos invadindo a casa da vizinha enquanto ela tomava banho. O que aconteceu quando ela os flagrou foi inesquecível.
O professor freou sob as árvores e enfiou a mão por baixo da minha saia. Era a primeira vez que alguém me tocava assim, e eu não quis que ele parasse.