O encontro no hotel que Marina vinha imaginando há semanas
Ela sabia exatamente o que queria naquela noite: um homem que a olhasse como se fosse sua e não lhe desse trégua. Só precisava atravessar a porta daquele quarto.
Ela sabia exatamente o que queria naquela noite: um homem que a olhasse como se fosse sua e não lhe desse trégua. Só precisava atravessar a porta daquele quarto.
Saiu do banho com a toalha na cintura, como em toda tarde. Mas o olhar do vizinho não era o de sempre, e ele soube disso antes de o outro abrir a boca.
Saí daquela reunião com o sangue fervendo. Nessa noite eu não queria brincar de leve: queria destruir os dois meninos que me esperavam de joelhos no colchão.
Marcos me pediu que eu estivesse lindíssima quando ele voltasse para casa. Enquanto Carla arrumava meu cabelo, lembrei tudo o que fiz para ser dele e o que ainda estava disposto a entregar.
O ferreiro tinha saído para ver o conde. Só precisávamos de alguns minutos atrás do depósito de lenha para esquecer que o mundo inteiro condenava o nosso amor.
Quando atravessei a cortina com a placa de «só machos», não imaginava que acabaria segurando um pau enquanto o dono dele era fodido na minha frente.
A primeira vez quase não doeu; desta vez montei nele e marquei o ritmo, decidida a mostrar tudo o que tinha aprendido a sentir.
Baixei o vidro e falei com ela ainda de costas. Quando se virou, entendi que aquela loira sardenta ia mudar meu fim de semana inteiro.
Diante do espelho eu deixava de ser Sebastián. Vestia as meias, a saia, o perfume dela e me transformava na mulher que ninguém sabia que eu trazia dentro.
O namorado delas sorriu e disse que o amor não era exclusivo. Na mesma tarde, Marisol subiu com a gente para o quarto do hotel.
A família dele jantava na mesa grande enquanto ele me fodia no estábulo, num ritmo desesperado, como se pudessem entrar a qualquer momento.
Parei em frente à casa com as mãos suando. Era minha primeira sessão com cliente nu e eu ainda não sabia que terminaria com dois homens em cima de mim.
Quando o whisky caiu no meu vestido rosa, soube que aquele casamento não terminaria como eu imaginava. Nem que o tio da noiva me encontraria no corredor mais escuro.
O marido saiu para a patrulha sem olhá-la. Às nove, ela já tinha escolhido a roupa com a qual abriria a porta para outro homem.
Ele me conheceu quando eu era um garoto tímido. Anos depois, abri a porta vestida e maquiada, e vi em seus olhos que já não restava nada do amigo que ele pensava conhecer.
Saí do banho enrolado numa toalha, sabendo que meu pai estava sozinho. Naquela noite, eu queria ver até onde ele se atrevia sem bebida no meio.
Nunca me atraíram homens, mas aquela figura na tela despertou algo que eu não soube nomear. E então ela se ofereceu para me pagar.
Sob a calça de moletom eu usava só meia arrastão e calcinha de renda. Eu não procurava um prédio qualquer: procurava o lugar onde iam me tratar como objeto.
O vestido me abraçava o corpo, as meias roçavam a cada passo e, quando aquele homem me estendeu a mão para dançar, soube que não voltaria para casa sendo a mesma.
Beatriz ficava em casa quando saía tarde do trabalho. Na primeira vez em que minha esposa fez hora extra, ela desceu à cozinha com uma proposta inesperada.