Ela só ia dançar e acabou no banheiro da balada
Ela já dançava há vinte minutos com um desconhecido na pista. Quando ele propôs subir ao banheiro do andar de cima, ela aceitou sem imaginar o que viria.
Ela já dançava há vinte minutos com um desconhecido na pista. Quando ele propôs subir ao banheiro do andar de cima, ela aceitou sem imaginar o que viria.
O zíper abriu e duas cabeças espiaram como se estivessem há um tempo esperando a vez. Não nos surpreendemos. Também não nos cobrimos.
Subi as escadas do prédio dele com a calcinha já encharcada. Não imaginava que aquele desconhecido me partiria em dois antes da meia-noite.
A doutora fechou a porta do consultório com uma calma que não era profissional. Eu estava na maca com um avental de papel, e já sabia que não sairia dali igual.
Bjarne nos explicou a tradição enquanto o fogo crepitava. Antes mesmo de terminar de falar, já sabíamos que íamos dizer sim.
Naquela tarde, ela entrou no bar como se estivesse me esperando havia horas. O que veio depois não foi o sexo que me mudou: foi o que elas me fizeram descobrir.
Quando ela ajustou a postura dele pela terceira vez e sentiu a pressão sob o short, decidiu que aquela manhã a sessão seria bem diferente das anteriores.
Estava há três dias em Cartagena pagando por encontros que terminavam com a mesma surpresa, até ela entrar no bar e tudo mudar de uma vez.
Entrei naquela área restrita de propósito. Havia algo naqueles homens fardados que me atraía desde que chegamos, e eu sabia exatamente o que estava procurando.
Os saltos me matavam e a peruca me coçava, mas quando aquele homem me olhou do outro lado do salão, entendi que a noite estava só começando.
Quando abri a porta do banheiro e vi Sandra com aquela sainha e os lábios pintados de vermelho, entendi que o plano original não existia mais.
Eu o esperava no terminal com o vestido vermelho que ele odiava que eu usasse sem sutiã. Eu estava menstruada e com uma vontade que nada acalmava além dele.
Quando don Alberto me olhou daquela forma pela primeira vez, soube que havia algo em mim que não era o que os outros pensavam. Aquela tarde confirmou.
Tomás fazia um ano que não tocava numa mulher. Meu marido sabia disso quando o convidou para jantar. E eu vesti a calcinha vermelha sabendo o que ia acontecer.
Andrés estava há meses procurando uma saída e a encontrou onde menos deveria: no corpo da própria esposa.
Martín chegou com uma escada e uma caixa de ferramentas. Dona Carmen o viu da janela tirar a camiseta sob o sol e soube que o serviço ia ser longo.
Diego sabia exatamente qual botão apertar. Dois anos sem vê-lo, uma mensagem à uma da manhã, e eu já estava num táxi cruzando a cidade.
Rodrigo lhe prometera que esta virada de ano seria diferente. Valeria não imaginava até que ponto ele tinha razão.
Na primeira vez que ela me contou, achei que era brincadeira. Na segunda, já tinha a mão na minha nuca me empurrando para onde ela queria que eu fosse.
Valeria não queria presentes caros. Queria ser a atração principal de uma noite em que todos apostassem nela e o marido a olhasse com orgulho.