O que ela guardava na bolsa não era um presente
Quando ela abriu a bolsa no estacionamento, Diego entendeu que aquela tarde não terminaria como ele imaginara.
Quando ela abriu a bolsa no estacionamento, Diego entendeu que aquela tarde não terminaria como ele imaginara.
Ela negociou os termos por mensagens de voz. Ao cruzar a porta da casa, soube que a negociação havia acabado para sempre.
Tirei o salto por baixo da toalha e, enquanto ele sorria distraído, comecei a lembrá-lo de quem tinha o controle naquela noite.
Quando Saya abriu os olhos na escuridão, a primeira coisa que sentiu foi o frio do aço nos pulsos e o hálito de Nadia a poucos centímetros do rosto.
Quando entrei naquele bar e ouvi sua voz se apresentando, algo dentro de mim desabou. Não foi desejo. Foi rendição absoluta.
Havia meses eu fantasiava me render a alguém que soubesse assumir o controle. Não imaginei que o encontraria numa sexta-feira, no balcão de um bar.
Quando abriu os olhos, estava imobilizado sobre uma mesa fria. Cinco figuras de avental branco o cercavam e a líder segurava algo que brilhava.
Quatro taças de vinho e Rodrigo começou a falar. O que saiu da boca dele naquela noite mudou as regras entre os dois para sempre.
Levávamos quatro anos trocando olhares naquele bar. Ela de óculos, eu sem saber o que fazer com tudo o que sentia cada vez que ela me servia.
Ela não podia se mexer enquanto eu controlava o comando no bolso. Ao nosso redor, mil estranhos celebravam o Carnaval sem suspeitar de nada do que acontecia sob o veludo.