O controle na estrada do qual eu não quis escapar
Eu voltava do surf, com o cabelo úmido e o biquíni ainda molhado, quando me mandaram parar. Não imaginava que naquela noite descobriria até onde ia o meu desejo.
Eu voltava do surf, com o cabelo úmido e o biquíni ainda molhado, quando me mandaram parar. Não imaginava que naquela noite descobriria até onde ia o meu desejo.
Maite sabia que, quando Andrés baixava a voz até aquele sussurro grave, a decisão já estava tomada e só lhe restava obedecer.
Saí daquela loja tremendo de desejo, sem imaginar que naquela mesma semana terminaria de joelhos, implorando para me usarem sem um pingo de ternura.
Quando baixou os olhos para aqueles tênis brancos e suados, soube que obedeceria a qualquer coisa que aquela garota lhe pedisse. E aquilo era apenas o começo.
Meu amante me deixou querendo mais, mas meu marido sabia exatamente como me tratar: sem romantismo, sem piedade, como a submissa que eu sou.
Apoiado na bancada, ele e a moça acharam que a casa estava vazia. Não contavam que ela voltaria antes da hora, nem com o que guardava para quem ousasse enganá-la.
Sentei no centro da sala fingindo ser uma paciente inconsciente. Ninguém sabia que, a cada mão que me imobilizava, eu me desfazia por dentro pensando nele.
Ela subiu à cobertura decidida a expulsar o intruso a pontapés. Baixou a cabeça quando ele mandou servir o vinho de joelhos e descobriu que obedecer também era prazer.
Aceitei ir tomar um café com o namorado da minha amiga. Quando ele abriu a porta daquele quarto, entendi que não havia café algum me esperando.
Sentei naquela cadeira fingindo uma emergência, mas sob o top sem sutiã meu corpo só obedecia a uma voz que não estava na sala: a do meu amo.
Ela passava anos decidindo quem obedecia e quem implorava. Nenhum cliente sabia que, atrás do espelho, alguém estudava o jeito de destroná-la.
Dirigi até a fábrica abandonada com o coração disparado. Tirei a roupa entre os vidros quebrados e cruzei a porta sem saber o que me esperava nos andares de cima.
Ele mandou que eu me masturbasse diante dele enquanto fumava na poltrona. O que nenhum dos dois esperava era como aquela tarde de brincadeiras terminaria.
Eu a vi na beira da piscina comendo meu namorado com os olhos na minha frente. Naquela noite, ensinei, de joelhos e amarrada no meu quarto, qual era o seu lugar.
Esta noite durmo no chão e a culpa é minha. A paradoxa de pedir ao seu Dom que te dê uma ordem e descobrir que não há volta.
As dominadoras sabem o que fazer com eles; as submissas quase nada. Minha confissão real sobre o que descobri explorando meu Dom.
Soube que algo ia mal assim que vi o rosto dele ao entrar. Não houve cumprimento, só uma frieza calculada e uma ordem: «Diga em voz alta do que você é responsável».
Achei que controlava tudo em casa, até que a mulher com quem me casei deixou claro quem mandava de verdade entre nós três.
Ela me abaixou a calça no meio da trilha, sem uma palavra, e eu entendi que naquela tarde meu corpo não era mais meu, era dela.
Saí sozinha para explorar a área norte e um golpe na nuca mudou tudo. Acordei cercada por estranhos, sem roupa e sem nenhuma chance de escapar.