O trio que encontrei na sauna gay do centro
Ter uma rola no cu e outra na boca não era meu plano para um sábado. Mas entrei na sauna, cruzei dois olhares e tudo mudou.
Ter uma rola no cu e outra na boca não era meu plano para um sábado. Mas entrei na sauna, cruzei dois olhares e tudo mudou.
Tinha vinte e um anos, um ano desastroso nas costas e uma vontade louca de que alguém me fizesse esquecer. Numa tarde de junho, uma mensagem diferente mudou tudo.
Nessa noite, coloquei a calça cor da pele, a jaquetinha dourada e a peruca de melena. Eu não imaginava que a fantasia iria provocar o que provocou.
O amanhecer encontrou seus corpos nus sobre os lençóis amarrotados. Mateo abriu os olhos e tentou reconstruir, hora por hora, como aquele desconhecido havia chegado à sua cama.
Saí da academia sem tomar banho, como ele tinha pedido. Naquela tarde descobri que obedecer a outro homem podia me dar mais prazer do que mandar.
Acordei duro, resolvi não me fazer a punheta de sempre e fui para o cruising. O que eu não imaginava era acabar de joelhos, com três paus ao redor do rosto.
Ele me pediu para não me lavar antes de ir. Achei que fosse só mais um capricho, mas naquela noite descobri até onde podia chegar a minha própria vergonha.
Nunca aceitei um pedido assim: ele só queria sentar e assistir enquanto outros me usavam, e guardar para o fim o que eles deixavam dentro de mim.
Ele só queria uma camisa decente. Mas então ela ergueu o olhar do balcão, e a cabeça de Andrés começou a inventar o que nunca iria acontecer.
Quando meu marido se levantou para ir ao banheiro, eu soube que o homem da mesa ao lado viria se aproximar. Eu ainda não tinha dito a ele que tinha medo de voltar a algo assim.
Quando desci ao lobby para fugir da festa corporativa, não esperava pelo garçom que me olharia como se soubesse exatamente do que eu precisava naquela noite.
Ela me disse que nunca havia contado isso em voz alta, que durante anos foi só uma fantasia guardada. Nessa tarde, enfim, deixou um desconhecido fazer o que quisesse com ela.
Enquanto ele fervia o chá, os dois homens amarrados à mesa começavam a entender que naquela noite ninguém sairia daquela sala como entrou.
—Eu ponho as regras, vocês seguem — disse ela, e nenhum dos quatro ousou contradizê-la. Três meses de isolamento nos deixaram à mercê dela.
Havia uma porta fechada ao lado do quarto de Bárbara. Abri por curiosidade, sem saber que naquela mesma tarde eu terminaria amarrado lá dentro.
Eu vinha me apagando em silêncio havia doze anos. Nessa noite, coloquei o vestido que ele odiava, saí sem avisar e não voltei a ser a mesma mulher.
Ela me pegou vendo aqueles vídeos às escondidas. Em vez de ficar com raiva, sorriu e perguntou: «Você realmente quer que outro me coma na sua frente?».
Tirei a rola fingindo mijar sob a árvore, esperando ver se aquele desconhecido se atrevia a se aproximar na penumbra do parque.
Marquei de vê-lo pelo app em vinte minutos. Não imaginei que naquela mesma noite um desconhecido ia decidir por mim o que meu corpo faria e para quem eu o entregaria.
O semáforo continuava vermelho, a foto dele ainda estava na minha tela e minhas mãos já tinham parado de pedir permissão. Eu só precisava chegar em casa. Ou não.