O segredo que compartilhei com o homem da academia
Vi ele pela primeira vez no vestiário e soube que o queria para mim. Semanas depois, eu estava de joelhos diante dele no próprio apartamento.
Vi ele pela primeira vez no vestiário e soube que o queria para mim. Semanas depois, eu estava de joelhos diante dele no próprio apartamento.
Rodrigo apresentou seus três amigos. Cada um trouxe um envelope e um presente. Valentina olhou para eles e disse que já podiam começar.
Tirei o salto por baixo da toalha e, enquanto ele sorria distraído, comecei a lembrá-lo de quem tinha o controle naquela noite.
Ele tinha vinte e um anos e me olhava havia meses de um jeito que eu fingia não notar. Nessa noite, meu filho foi dormir e ficamos sozinhos.
Quando Saya abriu os olhos na escuridão, o primeiro que sentiu foi o frio do aço nos pulsos e o hálito de Nadia a poucos centímetros do seu rosto.
Andrés estava viajando e eu estava usando minha saia nova. Quando a campainha tocou e vi meu tio na porta, eu soube que meu segredo tinha acabado.
Valentina viu o volume sob o shorts e não o ignorou. Levantou-se, olhou em volta para confirmar que a sala estava vazia e se aproximou devagar.
Quatro homens pagaram para me usar num armazém. Minha filha controlava a porta. Nessa noite deixei de ser quem eu era.
Quando entrei naquele bar e ouvi sua voz se apresentando, algo dentro de mim desabou. Não foi desejo. Foi rendição absoluta.
Quando vi o homem se aproximando pela trilha, ele apertou minha cabeça com mais força. Não ia parar. E eu também não queria que ele parasse.
Havia meses eu fantasiava me render a alguém que soubesse assumir o controle. Não imaginei que o encontraria numa sexta-feira, no balcão de um bar.
Quando abriu os olhos, estava imobilizado sobre uma mesa fria. Cinco figuras de avental branco o cercavam e a líder segurava algo que brilhava.
Acordei amarrado numa sala cheia de correntes e câmeras. O que ela não sabia era que eu tinha aprendido a fingir desmaio melhor do que parecia.
Quatro taças de vinho e Rodrigo começou a falar. O que saiu da boca dele naquela noite mudou as regras entre os dois para sempre.
Levávamos quatro anos trocando olhares naquele bar. Ela de óculos, eu sem saber o que fazer com tudo o que sentia cada vez que ela me servia.
Quando saí do quarto dele convertida em Valentina, o som dos meus saltos no corredor me disse que não havia mais volta.
Ela não podia se mexer enquanto eu controlava o comando no bolso. Ao nosso redor, mil estranhos celebravam o Carnaval sem suspeitar de nada do que acontecia sob o veludo.