A noite em que meu amigo Bruno cruzou a linha comigo
Naquele dia na empresa, vimos vídeos estranhos no computador dele. O que eu não esperava era que, meses depois, essa mesma curiosidade acabasse no sofá, debaixo do cobertor.
Naquele dia na empresa, vimos vídeos estranhos no computador dele. O que eu não esperava era que, meses depois, essa mesma curiosidade acabasse no sofá, debaixo do cobertor.
Quando emprestei o slip vermelho a Bruno naquela manhã, não imaginei que meu vizinho viria nos buscar e que a trilha até o rio terminaria em algo que nunca tínhamos feito.
Ela abriu a porta quase nua, com aquele sorriso que já não era o de uma cliente educada, e eu entendi desde o primeiro minuto que aquele chamado não terminaria na junta do ralo.
Pensei que a chuva me deixaria sem nada. A vinte metros vi o rapaz moreno ao lado do banco, ensopado, e entendi que a noite só estava começando.
Minha esposa me sussurrou ao ouvido que também desejava aquele corpo jovem. Naquela noite, no sofá da sala, tudo o que era proibido deixou de ser.
Quando ela disse que eu a atraía, não acreditei. Depois veio a mensagem com o nome do hotel e a hora exata. Aí entendi que era tudo real.
Entrei no quarto dele e o encontrei com os olhos marejados. Ele ia cancelar a visita da namorada por medo da primeira vez. Não pude deixá-lo assim.
Eu a encontrei no quintal me olhando com os olhos arregalados. Eu estava com a calcinha dela e a minissaia preta. Ela não gritou. Só sorriu e disse que sempre quis ter uma irmãzinha.
Assim que os últimos colegas foram embora, ela subiu para o andar de cima. Tirou a saia primeiro. Depois a camisa. Depois tudo o mais.
Nunca tinha ficado com uma mulher. Quando abri a porta e a vi parada ali, soube que naquela noite algo em mim mudaria para sempre.
Santiago entrou na sala naquela segunda-feira com a camisa justa e uma voz grave que me arrepia de uma só palavra que ele dizia.
Estava há semanas vendo-o cruzar o corredor. Naquela tarde ele me chamou à sala dele, e algo dentro de mim soube que tudo ia mudar.
Sozinho em casa pela primeira vez em meses, liguei a tela com a vaga intenção de matar o tempo. Ninguém imaginava o que eu estava prestes a descobrir sobre mim mesmo.
Daniela tinha vinte anos, morava no quarto andar e nunca tinha ficado com uma mulher. Naquele dia, tudo mudou de uma vez.
Nunca tinha pensado nisso até minhas novas amigas mencionarem. Naquela noite, sozinha no meu quarto, a curiosidade foi mais forte que o medo.
Quando Sofía cruzou a porta do meu apartamento, não sabia exatamente o que a esperava. A mãe dela tinha planejado tudo com semanas de antecedência.
Eram primos, se viam pouco, e naquela noite estavam sozinhos na sala enquanto todos dormiam. Nada deveria acontecer. Quase não aconteceu.
Ela nunca tinha estado com ninguém. Eu era seu primo. O que começou como uma reunião de família terminou de madrugada quando ela sussurrou que me esperou a noite toda.
Andrés abriu a porta com aquele sorriso que me desmontava. Sofia não estava. Eu também não tinha ido por ela.
Sofía pesava noventa quilos de pura autoridade. Renata entendeu isso na noite em que uma pasta velha mudou para sempre o equilíbrio de poder entre as duas.