O que minha prima francesa me ensinou naquela noite
Tinha 20 anos e nunca tinha sentido um orgasmo de verdade. Numa noite de janeiro, com o calor pegajoso e meio rosé, minha prima francesa decidiu que já era hora.
Tinha 20 anos e nunca tinha sentido um orgasmo de verdade. Numa noite de janeiro, com o calor pegajoso e meio rosé, minha prima francesa decidiu que já era hora.
Quando os dedos dela roçaram os meus sobre a mesa, soube que naquela noite eu ia recuperar algo que minha namorada vinha me fazendo esquecer aos poucos.
Eu era sua assistente. Trabalhávamos doze horas por dia. Numa noite, descalça no sofá dela, ela me olhou como nunca antes e eu soube que algo tinha mudado para sempre.
Conversamos durante semanas sem trocar uma única foto, até ela me dizer que queria ser a primeira a fazer isso comigo, pessoalmente, na cama dela.
Lucía nunca contava essa parte. Naquela quinta-feira, ela se vestiu como só ela sabia e soube que aquele sobrinho virgem não sairia de casa sem lhe deixar algo dentro.
Abri a porta do quarto e lá estava Renata: exatamente como nas fotos, mas com os nervos à flor da pele que nenhuma imagem captura.
Cheguei com meu gravador e minhas perguntas preparadas. Ela me recebeu com uma xícara de café e um sorriso que não era exatamente profissional.
Quatro semanas olhando-a se mover entre as mesas, desejando o que eu não ousava nomear. Depois disso, nada voltou a ser igual.
Estudávamos havia horas quando o frio ficou insuportável. Sofía me convidou para a cama dela para nos aquecermos. Nenhuma de nós esperava o que veio depois.
Lorena tinha fama de gostar de mulheres. Eu nunca tinha dado importância, até aquela manhã de primavera em que nós duas ficamos presas.
O calor do verão apertava, a piscina ia esvaziando. Os olhares delas se cruzaram mais uma vez do que o necessário, e as duas souberam que naquela noite não iam voltar sozinhas para casa.
Nos sentamos uma de frente para a outra com um martíni cada. Uma regra: olhar, falar, cheirar. Tocar, proibido. E ela tinha um cubinho de gelo na mão.
Quando desci as escadas nua, minha cunhada ainda não sabia que tipo de surpresa meu sogro tinha preparado para ela naquela noite.
Estava lendo sobre súcubos quando uma voz respondeu à sua pergunta do outro lado do quarto. Não era um sonho: a criatura já estava ali.
Daniela tinha vinte anos, morava no quarto andar e nunca tinha ficado com uma mulher. Naquele dia, tudo mudou de uma vez.
Quando ela se aproximou de mim no bar, eu soube que aquela mulher faria o que quisesse comigo. E eu queria exatamente isso.
Tínhamos combinado para sábado, mas ela ligou na sexta: vem hoje, estou ansiosa. Quando abriu a porta, eu já não conseguia continuar fingindo que isso não era sério.
Estávamos completamente nuas, com as pernas cruzadas e as xícaras na mão, e foi aí que Sofía me perguntou se eu queria morar com ela.
Natalia e eu dividíamos o quarto. Só isso. Mas quando apagamos a luz e nossos corpos ficaram a centímetros, os planos mudaram.
A câmera da sala foi ligada justo quando ela cruzou as pernas no sofá. Eu só tinha que olhar e esperar a minha vez.