A mãe da minha namorada me escolheu no meio da tarde
Quando Carolina saiu do banheiro, a mãe dela ainda tinha minha mão debaixo da saia. Não retirou a dela. Só fechou os olhos e me olhou de algum lugar muito mais escuro.
Quando Carolina saiu do banheiro, a mãe dela ainda tinha minha mão debaixo da saia. Não retirou a dela. Só fechou os olhos e me olhou de algum lugar muito mais escuro.
Minha mãe experimentou três roupas na minha frente e, antes de escolher, soltou a ideia da tanga preta como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Havia meses que eu publicava fantasias anônimas num fórum. Quando ele me escreveu pedindo para me conhecer, soube que obedeceria muito antes de aceitar o encontro.
A primeira era minha professora de física. A segunda, de francês. As duas me chamaram a sós antes de partir de Valência, e descobri que despedidas podem ser muito diferentes.
Ela morava dois andares acima e, toda vez que eu a encontrava no elevador, eu pensava a mesma coisa: você vai ser minha. Naquela tarde, com uma rosa na mão, pedi que ela descesse para tomar um café comigo.
Estávamos sozinhos em casa havia um mês quando ela se ofereceu para me examinar depois da pancada. Nunca imaginei que minha mãe se ajoelharia entre minhas pernas.
Dezenove anos, uma tarde de 38 graus e minha tia por afinidade limpando meu quarto de jeans justo. Naquele dia, eu não aguentei mais.
Quando ela deixou o suéter cair no chão e tirou os sapatos diante de mim, entendi que aquela tarde eu não sairia da casa do meu sogro sendo o mesmo homem.
Minha mãe se inclinou na minha frente para tirar uma fita velha da caixa e, quando ajustou o robe bem devagar, soube que tinha visto o que eu não queria que visse.
Quando voltei do banheiro com a peça dela guardada no bolso, não imaginava que ela me esperaria naquela mesma tarde com um trato que mudaria tudo.
Quando o vi descer do trem, já não era o menino que eu lembrava. Naquele instante, pensei que meu marido teria de aprender a dividir, mesmo que nunca soubesse disso.
Durante anos fantasiou com um ménage. Naquela noite no chalé da família, ele descobriu que o desejo às vezes mora mais perto do que se imagina.
Cheguei à cena do crime e ela me esperava fumando, com os olhos secos. Três meses depois, a viúva me abriu a porta de camisola preta e gel na mesinha.
O roupão dela subiu quando ela se abaixou para pegar a espátula. Não foi um acidente; foi um convite que levei a manhã inteira para aceitar.
Dei um abraço para consolá-lo e então senti a ereção dele contra meu quadril. Naquele instante, soube que nenhum dos dois voltaria a ser o mesmo.
Quando abri os olhos sobre a pedra úmida e a vi tirando o maiô, soube que aquela pancada na cabeça me levara a um lugar de onde eu não sairia o mesmo.
Chegamos ao nono andar quase sem paciência, ela bêbada de desejo e eu pronto para tudo. O que eu não esperava era encontrar a mãe dela acordada, com a tela acesa.
Minha prima tinha ido à praia com as amigas. Quando toquei a campainha, minha tia abriu a porta com o avental no corpo e um sorriso que eu nunca tinha visto antes.
Entrei no meu quarto e a encontrei nua num canto, se masturbando enquanto me olhava. Ela não disse nada. Eu também não. Só me sentei diante dela.
Passei anos pensando naquele momento: Valéria na sala vazia, o dedo apontando para minha virilha e aquele sorriso que prometia tudo o que não aconteceu.