Minha colega da faculdade me beijou na frente de todo mundo
Quando ela perguntou como era ficar com outra mulher, eu disse que teria de experimentar por si mesma. Não esperava que ela se levantasse e se acomodasse no meu colo.
Quando ela perguntou como era ficar com outra mulher, eu disse que teria de experimentar por si mesma. Não esperava que ela se levantasse e se acomodasse no meu colo.
Apertei enviar e deixei o celular virado para baixo. Não esperava resposta naquela mesma noite. Quando ele respondeu, eu soube que não havia mais volta.
Atravessei a rua convencido de que ela não me reconheceria. Ela sorriu, e eu soube que aquela tarde mudaria tudo entre nós dois.
Nunca tinha saído para a rua vestida assim. Naquela manhã, com a casa só para mim, decidi que era o dia de cumprir a fantasia que me tirava o sono.
Tenho 1,62 e ele 1,88. Quando abriu a porta de short e vi o que tinha entre as pernas, pensei em dar meia-volta. Não fiz isso.
Seu nick dizia «travesti ativa» e eu mal tinha uma experiência. Naquele hotel perto do metrô, aprendi o que era ser realmente submetido.
Era a primeira vez que eu a via pessoalmente. Eu ia contar sobre a piscina e o salva-vidas, mas a mão dela na minha coxa mudou a conversa antes que eu terminasse a frase.
—Não se apresse —murmurou ela contra a parede—. Quero sentir cada coisa que você fizer, devagar, até a noite inteira ficar curta demais.
Desci do ônibus com a cabeça cheia de aulas e o corpo cheio de outra coisa. Vinte minutos depois eu estava no carro de um desconhecido, aprendendo o que nunca me atrevi a perguntar.
Bruna se ajoelhou no chuveiro diante da prima e nenhuma das mulheres do banheiro conseguiu desviar o olhar. Nem mesmo a mãe, que já tinha a mão debaixo do vestido.
Desci o zíper da calça dele bem devagar, com medo de acordá-lo. Aquela madrugada mudou para sempre o que eu entendia por prazer.
Quando desci para tomar um café na cafeteria vazia do hotel, não imaginava que ele abandonaria a festa para me seguir com uma garrafa e uma intenção clara.
Quando entrei na sala vazia para trocar de roupa, a porta se abriu atrás de mim. Era ela, a presidente do centro de estudantes, e não vinha só com palavras.
Tranquei a porta e apaguei as luzes da sala de estudo. Tudo o que eu queria naquela tarde era consolá-la; tudo o que ela queria era esquecer o namorado.
Quando ela me deu as chaves do apartamento e foi trabalhar, eu já sabia que naquela noite íamos estrear muito mais do que a taça de vinho que levei na mala.
Pareço um homem vestido, mas por baixo da calça uso renda. Naquela manhã, no último vagão, alguém percebeu e não conseguiu tirar os olhos de mim.
Quando me virei para lavar as mãos, vi ele no espelho: alto, grisalho, com o zíper aberto e o olhar cravado no meu. Minha noite estava só começando.
Quando ela entrou pela porta da sala, eu soube que aquela sessão ia quebrar algo dentro de mim. E eu não estava errada.
Eu o conhecia desde o ensino médio como o mais macho da sala. Ontem ele me viu transformada em outra e, no dia seguinte, sua mensagem não deixava dúvidas.
Quando subi no carro naquela manhã e vi que ela estava sozinha ao volante, soube que o fim de semana não teria nada de inocente.