A mãe de Andrea e a porta que eu não devia ter aberto
Fui à festa de Andrea com os nervos à flor da pele. Não esperava encontrar a mãe dela: uma mulher madura de corpo perfeito e olhar de fogo que me fisgou no primeiro segundo.
Fui à festa de Andrea com os nervos à flor da pele. Não esperava encontrar a mãe dela: uma mulher madura de corpo perfeito e olhar de fogo que me fisgou no primeiro segundo.
Passei meses trocando mensagens com ele, sem saber se teria coragem. O dia chegou, e subi no táxi com as mãos tremendo e as meias na mochila.
Trocávamos fotos e áudios há meses que a esposa dele jamais veria. Quando enfim nos encontramos, tudo o que havíamos imaginado virou real.
Eu tinha dezoito anos e nenhuma experiência. Ela tinha marido, uma filha na minha turma e o talento de me tirar o sono desde o primeiro dia.
Ele me perguntou um endereço e eu o acompanhei sem pensar. Nunca imaginei que, minutos depois, estaria contra a parede de um prédio em obras com a calça nos tornozelos.
Passamos a manhã brincando entre os cinco, com aquela tensão que ninguém nomeia. Quando começaram a se tocar, ficou claro que a tarde ia durar muito.
Eu o vi na varanda do porto: alto, barbudo e de costas largas. Marcos me olhou de relance e soube que nós dois pensávamos a mesma coisa.
A primeira vez que entrei eu não sabia o que acontecia no escuro. Uma mão estranha roçou minha perna e mudou tudo para sempre.
Quando ela me confessou, já estávamos sozinhos no quarto. A irmã dela tinha me encarregado de cuidar dela por um dia. Ninguém imaginava o que ia acontecer entre nós.
Quando fiquei a sós com Marcos, o vizinho de toda a vida, algo mudou entre nós. Ele se aproximou devagar e me beijou sem pedir permissão nem desculpas.
Quando ela abriu a porta com aquele vestido justo, soube que aquela tarde mudaria tudo o que eu achava saber sobre mim e meus próprios limites.
Silvia cavalgava em cima de mim quando vi a figura no batente. Meu pai. Nu. Olhando-a fixamente, com uma mão em movimento que não deixava dúvidas.
Daniela enfiou um preservativo no meu bolso antes de ir embora. Eu sabia que era virgem e que Marco também era. Aquela tarde ia mudar tudo isso.
Três meses sozinha em Singapura a trabalho, um sábado livre e um massagista que não fez muitas perguntas. Foi assim que começou a tarde que eu nunca havia planejado viver.
Fui de calcinha e meias de cinta-liga por baixo da calça, sem saber se ia acontecer algo. Naquela noite, aconteceu tudo.
Quando eu disse que podia chamar alguém para acompanhá-lo, ele foi comprar cigarros. Trinta minutos depois, Sofía desceu a escada de salto.
Eu a conhecia havia anos. Naquele fim de tarde no bar, quando ela veio me cumprimentar, algo no olhar dela me disse que aquilo não terminaria com um simples abraço.
Nunca tinha feito isso. Nunca tinha deixado ninguém entrar por ali. Naquela tarde nas cabines, um desconhecido com creme para mãos mudou tudo.
Ele surgiu entre as dunas, parou para olhar e não foi embora. Nós continuamos, e ele também. Assim começou o jogo mais excitante que já tivemos.
Só fui pegar o sutiã que tinha esquecido na noite anterior. Sofía abriu a porta com aquele sorriso, e eu soube que não sairia dali tão cedo.