A tarde em que Valeria me revelou que era trans
Ela apertou minha mão para me cumprimentar e meu coração disparou. Meses de conversas, risadas e tensão acumulada. Só faltava saber o que faríamos com tudo isso.
Ela apertou minha mão para me cumprimentar e meu coração disparou. Meses de conversas, risadas e tensão acumulada. Só faltava saber o que faríamos com tudo isso.
Ela apareceu de salto vermelho, legging de couro e sem calcinha. Desde o primeiro instante, soube que aquela manhã com minha sogra seria diferente.
Seus dedos subiram devagar pelas minhas coxas. Naquele momento eu soube que aquela massagem seria algo completamente diferente do que eu tinha pedido.
Passei semanas me masturbando escondida com vídeos de homens bem dotados. Então o vi saindo da água e soube: aquele rapaz era o que me faltava.
Lorena me disse naquela tarde, com uma calma que me deixou sem palavras, que a irmã dela precisava de companhia e que não se importaria que fosse eu.
Vinte anos, virgem, e paralisada no corredor quando o vi pela fresta. O que aconteceu naquela noite não foi o que eu esperava, mas foi exatamente o que eu precisava.
Depois de minutos caminhando, comecei a reconhecer as ruas. Quando ele abriu aquela porta, soube que já estivera ali — embora jamais imaginasse em que circunstâncias.
Quando o estranho do banco ao lado começou a olhar as pernas dela, ela não fechou os joelhos. Eu também não fiz nada para impedi-lo.
Sair de tanga e sutiã sob as leggings era meu ritual secreto. Eu não esperava que alguém tivesse coragem de me seguir. Nem que eu quisesse tanto que isso acontecesse.
Desci até ela e senti de imediato: aquele gosto que não era dela. Naquele instante eu soube o que tinha acontecido, mas não disse nada. Continuei.
Combinei de encontrá-lo numa praça que eu não conhecia, numa cidade que não era a minha. Ele me convidou para o apartamento dele e perdemos a noção do tempo.
Lucía e Marcos começaram a transar na nossa frente como se fosse a coisa mais natural do mundo. E eu nem consegui me mexer.
Eu morava na fazenda e podia usar roupa de mulher o dia inteiro sem ninguém me incomodar. Até que um desconhecido escreveu dizendo que gostava das minhas fotos.
Quando saí do banho, ela estava ali com lingerie preta e aquele sorriso que eu não via havia anos. Naquela noite, ela tinha um plano para mim que eu jamais teria imaginado pedir.
Sandra precisava de ajuda com uma persiana. Eu precisava esquecer o pior dia da minha vida. Nenhum de nós esperava que Valentina chegasse tão cedo.
Valéria fazia 26 anos quando fomos juntos de férias. Eu já não conseguia parar de olhá-la havia dias, e nenhum de nós sabia o que ia acontecer.
Eu tinha aguentado meses das brincadeiras dela, mas aquela noite acabou com tudo. O que veio depois não tinha nome para nenhum de nós.
Ela me ligou depois de semanas de silêncio para perguntar se eu estava sozinho. Meia hora depois, estava na minha porta com um vestido florido e algo para me dar.
Eu já estava havia meses no mundo swinger como solteiro, até que me marcaram num apartamento e eu reconheci a avó do meu melhor amigo me servindo uísque.
Avisei que era eu, como sempre fazíamos. Ele respondeu que eu entrasse. Encontrei-o no banheiro, fazendo a barba, nu. Tinha o corpo que eu havia tentado não olhar durante meses.