Minha sobrinha voltou para casa e cobrou o que queria
Haviam se passado oito anos desde a última vez que a vi. Ela voltou feita mulher e com uma única ideia na cabeça: me provocar até eu ceder.
Haviam se passado oito anos desde a última vez que a vi. Ela voltou feita mulher e com uma única ideia na cabeça: me provocar até eu ceder.
Achei que seria uma tarde tranquila diante da TV, até o pé descalço da minha meia-irmã começar a subir pela minha coxa e uma pergunta mudar tudo.
Ele tinha mais do que o dobro da idade dela e era o homem da mãe dela. Mas, quando ficaram sozinhos em casa, Carla entendeu que ele desejava exatamente isso há meses.
Andrés sempre foi o irmão forte, o que trazia comida e dormia com as namoradas. Até que uma noite de abstinência me procurou na escuridão.
A filha perfeita de dia, a amante da minha própria mãe à noite. Aprendi a fingir diante de todos, até minha irmã voltar e eu ter que escolher entre as duas.
A primeira vez que o vi nu foram apenas alguns segundos, mas bastaram para acender uma curiosidade proibida que eu já não soube apagar.
Desci decidida a jogar na cara dele a traição. Acabei sobre suas pernas, com o robe levantado e o corpo ardendo por algo que eu jamais deveria sentir.
Passei meses evitando voltar, mas naquela tarde minha irmã colocou um vídeo na tela e nada na nossa família voltou a ser o que eu pensava.
Seis meses de liberdade terminaram com uma ligação: o pai voltava para casa. E eles teriam de esconder, sob o mesmo teto, um fogo que já não sabiam apagar.
Pensei que a casa inteira era minha naquela madrugada. Então a fechadura soou, ele me olhou da porta e eu ainda estava nua sobre o sofá.
Caminhei descalça pelo corredor pensando que encontraria um filme. O que vi atrás daquela porta entreaberta mudou tudo entre nós três.
Nunca tinha visto minha mãe nua. No dia em que ela quebrou o braço, alguém teria que levá-la para o chuveiro, e esse alguém era eu.
Quando o avião tremeu e ela caiu de repente sobre mim, senti os quadris dela se apertarem contra o meu corpo. Nenhum dos dois disse nada, mas algo tinha mudado.
Cresci ouvindo-a através da parede, odiando cada homem que passava pela cama dela. Nessa madrugada, com a casa em silêncio e a seleção na TV, foi ela quem encurtou a distância.
Fazia meses que eu não tocava em ninguém quando comecei a olhar minha tia de outro jeito. Ela rezava toda noite; eu só pensava em como dobrá-la sem culpa.
Eu só ia pedir para ele baixar o volume do pornô. Nunca imaginei que essa discussão terminaria com nós dois na cama dele, sem nada nos separando.
Quando Greta abriu a porta do banheiro e nos encontrou assim, soube que o confinamento só estava começando a trazer à tona tudo o que silenciávamos.
Liguei para minha psicóloga porque passava o dia inteiro em brasa. A voz dela me convenceu de que nenhum desejo era pecado, nem mesmo o que eu sentia por Diego.
Quando torceu o tornozelo, minha tia não procurou outra cadeira: sentou direto no meu colo, na frente da família toda, e começou a se mover devagar.
Construí a piscina para a família, não para isso: para que a namorada do meu filho me espionasse da janela enquanto eu fingia não notar suas mãos trêmulas.