As criadas do palácio me fizeram seu escravo
Quando me disseram que eu era sua propriedade, pensei que fosse uma ameaça vazia. Mas quando Celestina apareceu com a chibata na mão, entendi que não havia volta.
Quando me disseram que eu era sua propriedade, pensei que fosse uma ameaça vazia. Mas quando Celestina apareceu com a chibata na mão, entendi que não havia volta.
Desci da moto a meia quadra e entrei em silêncio pela porta dos fundos. Do quarto vinham vozes que demorei a reconhecer.
Estava lendo sobre súcubos quando uma voz respondeu à sua pergunta do outro lado do quarto. Não era um sonho: a criatura já estava ali.
Chegou com a intenção de dizer que não voltaria. Subiu no elevador repetindo isso para si mesma. Mas quando Elena atravessou o quarto em sua direção, tudo o que tinha ensaiado se desfez.
Na primeira vez que o vi naquele jantar, eu soube que aquele homem não era como os outros. Meses depois, era eu quem pedia mais.
Quando finalmente contei em voz alta, o olhar dele mudou. Ele já não era só meu amigo. Era outra coisa, e eu tinha pedido isso desde o começo.
Vesti o vestido preto, as sandálias de salto e, pela primeira vez, não senti vergonha do corpo que vi no espelho. Naquela tarde, ele me esperava.
Quando ela se aproximou de mim no bar, eu soube que aquela mulher faria o que quisesse comigo. E eu queria exatamente isso.
Rodrigo se aproximou do sofá onde meu marido estava sozinho e disse: "minha namorada está há meia hora te olhando". O que veio depois não foi previsível para nenhum dos quatro.
Depois de meses em cativeiro, o último que Valeria esperava era que a própria Sofia pedisse para ser algemada. Mas foi assim que começou aquela primeira noite.
Quando a porta se fechou e a escuridão se tornou absoluta, eu soube que não era um castigo. Era algo pior: a transformação que ia me apagar para sempre.
Quando Rafael mandou eu tirar a blusa, os outros dois homens na sala não se mexeram. Ninguém protestou. Ninguém desviou o olhar. Era isso que ele queria que eu entendesse.
Ela levava semanas sem tirá-lo da cabeça. Aquele rapaz magro do parque, com as mãos manchadas de carvão e um olhar direto que não pedia permissão a ninguém.
Quarenta e cinco anos, barriga começando a aparecer e uma jaula de castidade que minha própria filha controla do outro lado do balcão. Esta é minha vida agora.
Eu usava o vestido justo da minha colega de quarto quando um taxista parou para me pedir serviço. Nunca imaginei que eu fosse gostar tanto.
Apertei a campainha com os dedos trêmulos. Sabia que do outro lado daquela porta me esperava alguém capaz de me transformar no que eu sempre sonhei ser.
A promessa ela havia feito semanas antes, num momento de fraqueza que não esquecia. Agora estava ali, e Karim não ia deixá-la se arrepender.
Sofía pesava noventa quilos de pura autoridade. Renata entendeu isso na noite em que uma pasta velha mudou para sempre o equilíbrio de poder entre as duas.
Estava apaixonado por Andrés havia meses quando ele me disse que o ex viria jantar. Não imaginei que aquela noite terminaria com nós dois o proclamando nosso rei.
Raquel acreditava que sempre seria quem imporia as regras. Naquela noite no cais, com o bocal de ferro e a marca fresca na coxa, tudo mudou.