Meu padrasto me ensinou por que mamãe nunca o deixou
Rodrigo me seguia com o olhar toda vez que eu cruzava a sala. Eu sabia disso havia meses, e naquela tarde decidi que era hora de cobrar uma dívida.
Rodrigo me seguia com o olhar toda vez que eu cruzava a sala. Eu sabia disso havia meses, e naquela tarde decidi que era hora de cobrar uma dívida.
Naquele verão, alugamos a casinha de sempre e ela desceu do carro com um sorriso novo. Minha prima. Proibida. E ainda assim, tudo o que eu queria.
Quando ela entrou no meu quarto naquela noite, sem nada por cima, eu soube que não era só por medo dos trovões. Minha mãe sabia de tudo. E eu também.
Claudia se achava uma mãe respeitável, religiosa, fiel. Mas naquela tarde, ajoelhada diante do próprio filho, percebeu que não podia mais ignorar algo obscuro nela.
Eu era a madrasta impecável, a mulher que ditava as regras. Mas, quando meu enteado apareceu nu diante de mim, soube que minhas regras eram de papel.
Eles tentaram arrancar de mim um segredo. O que eu não sabia é que elas guardavam algo muito maior, e que aquela tarde mudaria nossa família para sempre.
A chave girou na fechadura no pior momento possível. Ou no melhor. Papai nem parou quando meu tio apareceu na soleira e nos viu.
Quando ouvi a porta se abrir, soube que era meu filho. Já era tarde demais para parar o que estava acontecendo, e eu também não quis.
Rodrigo a segurava pelos quadris durante o treino e ela fingia não notar sua ereção. Quando encontrou as calcinhas dele no quarto, já não pôde ignorar o que estava acontecendo.
Vinte anos, zero experiência e uma prima que o olhava como se soubesse exatamente o que ele tinha na cabeça. O verão prometia ser longo.
Silvia cavalgava em cima de mim quando vi a figura no batente. Meu pai. Nu. Olhando-a fixamente, com uma mão em movimento que não deixava dúvidas.
Os irmãos me cercaram no estábulo e me contaram o que ninguém da cidade sabia. A irmã era de todos. O pai dava a ordem. E eu tinha dezoito anos e os olhos muito abertos.
Quando sua mãe desceu a escada com aquele vestido colado, Marcos soube que a ida ao cinema não terminaria como esperava.
Há anos nos evitávamos em cada jantar de família. Nessa noite de Réveillon, quando todos dormiram, ela largou as taças e me beijou na cozinha sem dizer nada.
Ela só veio me trazer uns papéis. Quando se sentou no sofá e cruzou as pernas, eu soube que o problema seria meu, não dela.
Bruno me esperava na porta com um buquê de rosas e um sorriso que não era de irmão. O apê ainda cheirava a tinta, e nós tínhamos a tarde inteira para estreá-lo.
Quando ela saiu do banheiro com a roupa que eu tinha deixado sobre a cama, soube que naquela tarde obedeceria a cada ordem sem reclamar.
Lá fora chovia e ela me olhava como nunca ninguém da minha família havia me olhado. Eu sabia o que ela ia me pedir, e sabia que não ia conseguir negar.
A música tocava ao longe, a família brindava lá embaixo e eu ainda estava sentada na cama, sem entender em que momento os beijos dele tinham deixado de ser brincadeira.
Quando atravessei o corredor, ouvi ranger sob meus pés cada um dos meus tabus. Cheguei à porta dele sem roupa, só com o cabelo sobre os ombros.