A noite em que meu namorado convidou outros para a nossa cama
Disse ao meu namorado que queria ficar com mais homens naquela noite. Ele sorriu, abriu a porta e deixou que entrassem um atrás do outro enquanto eu perdia a conta.
Disse ao meu namorado que queria ficar com mais homens naquela noite. Ele sorriu, abriu a porta e deixou que entrassem um atrás do outro enquanto eu perdia a conta.
Entramos procurando um gangbang e só havia dois homens sentados com a toalha vestida. Eles não imaginavam a sorte que acabavam de ter.
Eu não conhecia seus nomes, só sabíamos que trabalhávamos para a mesma empresa. Duas horas depois eu estava nua entre os seis, decidida a não me arrepender de nada.
Ela provocou meio grupo de estrangeiros da piscina, e quando um deles se plantou diante da minha espreguiçadeira eu descobri que aquele verão não ia poupar ninguém.
Ela desceu ao palco só para dançar. Quando a coleira que prendia aquele homem caiu no chão, soube que nenhum de nós ia controlar o que viria depois.
Entrou buscando um vibrador e acabou ajoelhada numa cabine escura, sem saber quantas mãos a tocavam nem quantas bocas aguardavam sua vez.
Éramos duas lésbicas de férias buscando uma última noite juntas; jamais pensei que um simples beijo acabaria com todo mundo enroscado no mesmo sofá.
Aceitei ir a uma casa de campo, longe da minha cidade, para me entregar a um grupo de homens que eu não conhecia. Nunca pensei que fosse gostar tanto.
Quando Daniela me perguntou se eu tinha trazido o brinquedo, soube que aquela noite na minha casa vazia ia acabar muito longe de onde eu achava controlar.
Pedi um refrigerante porque não me deixaram beber, e naquela mesma noite um grupo inteiro de desconhecidos decidiu que eu seria o centro da festa particular deles.
Esperei quarenta anos para participar de umas eleições. Ninguém me avisou de que terminaria nu, perseguindo uma desconhecida entre as urnas tombadas.
Três amigas, uma suíte paga pela empresa e dois malaguenhos com vontade de festa. Lorena sabia que a última noite na ilha não ia ser dormida sozinha.
Procurava carne jovem na plataforma, e os três garotos da mochila de praia não suspeitavam que a presa era ela que os caçava.
Desci ao jardim disposta a chamar a polícia. Não imaginei que acabaria de joelhos, entregue aos três estranhos que se escondiam na casa de hóspedes.
Atrás da porta, sete homens me esperavam. Bruno tinha organizado tudo, e eu só precisava dar três batidas para começar.
Vendaram meus olhos e me sentaram numa cadeira. Quando umas mãos me fizeram tocar aquele corpo nu, eu soube que minha despedida não seria como nenhuma outra.
Cruzei metade da Europa por um cliente que me comprava conteúdo toda semana. O que eu não imaginei foi o que me esperava na segunda noite, naquele quarto cheio de corpos.
Três meses limpa, nove homens trancados e um único objetivo: a noite em que todos seriam meus, sem regras, sem pressa e sem medo de nada.
Saí do trabalho com um calor insuportável e resolvi passar pela sauna. Não imaginava que esse desvio acabaria com nós três metidos em algo muito maior.
Duas garotas e dez caras em uma sala privada, bebidas caras e um jogo de cartas que deixou de ser inocente a cada cubo de gelo. Eu não pensava em parar.