Meu marido pediu a um desconhecido que me tocasse
Depois de Marcos, Rodrigo quis ir mais longe: me levar a uma loja e deixar que um desconhecido me apalpasse. Só havia uma regra: ele fingiria não ver.
Depois de Marcos, Rodrigo quis ir mais longe: me levar a uma loja e deixar que um desconhecido me apalpasse. Só havia uma regra: ele fingiria não ver.
Eu estava ali, com o balde de champanhe nas mãos, ouvindo cada gemido, cada rangido da cama. E não fui capaz de me afastar.
Cheguei ao apartamento deles com vontade de beber cerveja e matar o tempo. Saí com a bunda dolorida, a boca com gosto de porra e um sorriso que não conseguia esconder.
Sempre foi tímida, mas naquela tarde na praia, nua sob o sol, algo despertou nela que eu nunca tinha visto.
Viajávamos juntos, mas dormíamos separados. Eu era covarde demais para cruzar aquele corredor. Até que ela bateu na minha porta.
Quando Diego pôs a mão nas costas dela e a apresentou como sua mulher, Lucía sentiu que aquela palavra abria uma porta que nenhum dos quatro fecharia naquela noite.
Quando Bruno puxou as cartas sobre a mesa de centro, eu não imaginava que aquela partida ia terminar com nós quatro largados no tapete da sala.
Achei que sabia a que me expunha quando comecei. Mas o que alguns clientes me pediram, o que alguns fizeram, ainda me acorda à noite.
Fazia três anos que eu lia cada palavra dele sem dar like, sem comentar, sem me atrever a nada. Até a madrugada em que tudo mudou quando a mensagem dele apareceu.
Na primeira noite, jurei voltar para casa. No sétimo dia, já não lembrava por que tinha comprado a passagem de volta. Isto é o que aconteceu entre aquelas duas noites.
Iam comemorar um aniversário, disseram. O que não disseram foi que o presente era eu, subindo naquele ônibus apagado, cercada por homens que podiam ser meu pai.
Viajei sozinha em busca de templos e acabei num terraço sobre o rio, cercada de mãos que não eram as minhas e bocas que sabiam exatamente onde me encontrar.
Soltou a gargalhada, baixou a voz e me olhou com aquele sorriso de puta satisfeita que eu já conhecia. Eu soube que ela ia me contar tudo o que tinha calado.
Há meses fico pensando nisso. Três pessoas diferentes caíram numa única semana na parada da estrada. A última fui eu, e ainda não consigo me explicar.
Você engoliu suspiros por anos à meia-noite. Numa noite, alguém te observava da porta — e seu corpo soube antes de você.
Eu estava deitado no sofá esperando o sono quando ouvi a porta. Nunca imaginei que naquela noite viveria minha primeira vez com a última pessoa do mundo.
Chegou olhando para o chão, abotoada até o pescoço. Foi ela quem deu as instruções assim que fecharam a porta do quarto seis.
Eu tinha 18 anos. Nunca imaginei que uma viagem com minha avó e minha mãe acabaria assim. A tempestade já durava dois dias sem parar.
Cheguei ao hotel convencida de que seria só fotos. Quando a porta se abriu e apareceu o irmão mais velho dele, entendi que aquela noite não teria volta.
Vi minha ex beijando outro no bar. Naquela noite, cruzei uma linha que nunca tinha cruzado e passei meses cobrando para dar prazer a desconhecidos.