Cinco amigas, um massagista e um fim de semana sem regras
Éramos cinco e ele era só um, mas nenhuma saiu daquela casa sem gritar o nome dele ao menos duas vezes naquele fim de semana de calor.
Éramos cinco e ele era só um, mas nenhuma saiu daquela casa sem gritar o nome dele ao menos duas vezes naquele fim de semana de calor.
Achei que só jantaria algo típico antes de dormir. Não imaginei que aqueles dois rapazes do bar me levariam à noite mais desinibida da minha vida.
Desci as escadas nua, sorri para eles e só impus uma regra: subir sem roupa. Eram onze, suados e necessitados; eu já estava viúva havia tempo demais.
Saíram do clube às duas da manhã. Renata não imaginava que a verdadeira atração daquela noite era transmitida numa tela aos pés da cama.
Quando tomou seus pés nas mãos e começou a massageá-los, soube que naquela noite, com vinho suficiente, a esposa do tio acabaria se entregando a ela.
Era seu primeiro coven e ela era a mais jovem do círculo. Todas queriam tocá-la, mas ela só buscava a loira que a encarava do outro lado da fogueira.
Acabei de me mudar e não conhecia ninguém. Bruna foi a primeira a falar comigo; nunca imaginei que ela e a companheira tinham um plano para mim naquela noite.
Eram duas da madrugada, a garrafa estava quase vazia e ela continuava rindo no meu sofá. Eu soube que aquele era o momento que tanto tinha esperado.
Eu tinha quarenta e tantos, marido e dois filhos, e nunca tinha olhado para outra mulher. Naquela noite, encostada no balcão de um pub, tudo o que eu achava saber sobre mim desmoronou.
A enseada estava quase vazia quando Carla tirou o vestido sem pudor, e Lucía entendeu que aquele verão não seria só sobre trabalhar.
Lembro dela na porta da livraria, com o cabelo quase branco e aqueles olhos impossíveis. Dez anos se passaram até eu voltar a tê-la perto, e dessa vez eu não ia deixá-la ir.
Renata me chamou para pedir um favor, mas quem me deixou sem fôlego naquela tarde foi a mulher que estava terminando de limpar e me esperou junto ao elevador.
Abri os olhos no meio da ação e a vi apoiada no batente da porta, com uma mão dentro do short. Ela não estava com raiva. Estava me olhando.
Há meses eu sentia os olhos dela me procurando no meio do culto. Naquele domingo, resolvi segui-la até a casa dela e descobrir o que escondia aquele olhar.
Ela me surpreendeu com a mão dentro da calça, espiando-a pela fresta da porta. Em vez de gritar, sorriu e disse que tinha muito a me ensinar.
Ela aceitou dormir lá por ser o aniversário da tia favorita. Não imaginava que naquela noite duas mulheres tinham planejado cada carícia com precisão.
Passei metade da vida achando que tinha tudo, até vê-la na linha de produção e saber que não pararia até tê-la na minha cama.
Vinte anos separavam Mariana de sua professora, mas quando aquela mão parou em seu quadril durante o ensaio, ela soube que já não era olhada do mesmo jeito.
Estávamos há um mês e meio nos escrevendo todas as manhãs e noites. Quando enfim a vi sentada naquela mesa, soube que nenhuma de nós dormiria sozinha.
Ela a cumprimentava na portaria há meses, contendo o desejo. Naquela tarde, as sacolas da compra caíram e, enfim, tive uma desculpa para subir.