Eu me entreguei ao meu amo, amarrada diante de desconhecidos
Sentei naquela cadeira fingindo uma emergência, mas sob o top sem sutiã meu corpo só obedecia a uma voz que não estava na sala: a do meu amo.
Sentei naquela cadeira fingindo uma emergência, mas sob o top sem sutiã meu corpo só obedecia a uma voz que não estava na sala: a do meu amo.
Ela passava anos decidindo quem obedecia e quem implorava. Nenhum cliente sabia que, atrás do espelho, alguém estudava o jeito de destroná-la.
Dirigi até a fábrica abandonada com o coração disparado. Tirei a roupa entre os vidros quebrados e cruzei a porta sem saber o que me esperava nos andares de cima.
Ele mandou que eu me masturbasse diante dele enquanto fumava na poltrona. O que nenhum dos dois esperava era como aquela tarde de brincadeiras terminaria.
Eu a vi na beira da piscina comendo meu namorado com os olhos na minha frente. Naquela noite, ensinei, de joelhos e amarrada no meu quarto, qual era o seu lugar.
Saí disposta a que ele me visse com outros, mas acabei entre dois carros, numa rua vazia, me deixando usar por alguém que mal conhecia.
Esta noite durmo no chão e fui eu que procurei isso. A paradoxo de pedir ao seu Dom que lhe dê uma ordem e descobrir que não há mais volta.
Naquela segunda-feira a academia estava quase vazia. Eu só queria tomar banho em paz, mas entrei pela porta errada… e ele já estava lá, me olhando sem dizer nada.
Atravessei o condomínio para levar um recado e acabei cercada por quatro homens mais velhos que me olhavam como se eu fosse o prato principal da tarde.
Servi a essa casa desde menino e vi como a cabeleira de fogo daquela mulher punha de joelhos os homens mais poderosos do vale, um por um, conforme o dia da semana.
Minha amiga me prometeu uma noite de fantasias e descontrole. Vesti a fantasia mais ousada da sex shop e saí sem imaginar o que me esperava naquele bar.
Sempre disse a mim mesma que meus deslizes eram culpa do álcool. Nessa manhã, sóbria e em plena luz, soube que eu estava me enganando.
O zumbido do ar-condicionado era a trilha sonora da sua jaula dourada. Nessa noite, um pneu estourado a deixou diante de três desconhecidos e à beira do que jamais se permitiu desejar.
Nunca me atraíram os homens, mas a rola grossa de um macho que sabe mandar me perde. Isso me faz bissexual ou algo pior? Preciso que alguém me diga.
As dominadoras sabem o que fazer com eles; as submissas quase nada. Minha confissão real sobre o que descobri explorando meu Dom.
Vivíamos há anos com uma regra clara, mas naquela manhã entendi que renovar o contrato significava subir na mesa da notaria diante de todos.
Minha irmã estava no exterior e coube a mim ir à formatura. Quando meu sobrinho cobrou o presente na frente dos amigos, eu soube que aquela noite não terminaria como começou.
Baixei a guarda assim que ele cruzou a porta da cocheira. Não vim atrás de nada disso, mas a voz dele me mandou ajoelhar e eu já não soube dizer não.
Soube que algo ia mal assim que vi o rosto dele ao entrar. Não houve cumprimento, só uma frieza calculada e uma ordem: «Diga em voz alta do que você é responsável».
Quando a porta do elevador se abriu e vi a porta do apartamento entreaberta, entendi que desta vez não haveria regras. E uma parte de mim queria isso havia dias.