A noite em que realizamos a fantasia dos dois
Naquela tarde na praia, soube que os quatro estavam nos olhando. O que eu não sabia era que, naquela noite, tudo o que Roberto e eu tínhamos imaginado iria acontecer.
Naquela tarde na praia, soube que os quatro estavam nos olhando. O que eu não sabia era que, naquela noite, tudo o que Roberto e eu tínhamos imaginado iria acontecer.
Daniela me pediu uma carona até o bairro dela. Ao chegarmos, dois vizinhos bebiam cerveja na rua. Um escondia um segredo que minha amiga já suspeitava. Eu decidi confirmar.
Meu namorado não apareceu na confraternização de Natal. Em vez dele, o padrinho dele — meu vizinho da frente — me ofereceu um drinque, e essa dose a mais mudou tudo.
Sair de tanga e sutiã sob as leggings era meu ritual secreto. Eu não esperava que alguém tivesse coragem de me seguir. Nem que eu quisesse tanto que isso acontecesse.
Busquei os binóculos quase sem pensar. Quando foquei, ela já me olhava da janela. E, em vez de fechar a cortina, a abriu de vez.
Sandra precisava de ajuda com uma persiana. Eu precisava esquecer o pior dia da minha vida. Nenhum de nós esperava que Valentina chegasse tão cedo.
Avisei que era eu, como sempre fazíamos. Ele respondeu que eu entrasse. Encontrei-o no banheiro, fazendo a barba, nu. Tinha o corpo que eu havia tentado não olhar durante meses.
Desci da moto a meia quadra e entrei em silêncio pela porta dos fundos. Do quarto vinham vozes que demorei a reconhecer.
Fui consertar a máquina de lavar dele com uma tanga vermelha por baixo da calça. Só precisava achar o momento para ele notar. Ele não disse nada, mas ficou olhando.
Daniela tinha vinte anos, morava no quarto andar e nunca tinha ficado com uma mulher. Naquele dia, tudo mudou de uma vez.
Quando Sofía cruzou a porta do meu apartamento, não sabia exatamente o que a esperava. A mãe dela tinha planejado tudo com semanas de antecedência.
Dois rapazes de vinte anos invadindo a casa da vizinha enquanto ela tomava banho. O que aconteceu quando ela os flagrou foi inesquecível.
O professor freou sob as árvores e enfiou a mão por baixo da minha saia. Era a primeira vez que alguém me tocava assim, e eu não quis que ele parasse.
Eu achava que a casa ao lado estava vazia havia meses. Quando a luz do escritório se acendeu numa noite, descobri que eu vinha sendo o espetáculo de alguém.
Ela morava dois andares acima e, toda vez que eu a encontrava no elevador, eu pensava a mesma coisa: você vai ser minha. Naquela tarde, com uma rosa na mão, pedi que ela descesse para tomar um café comigo.
Fui à casa dele achando que ia fazer uma boa ação. Encontrei minhas fotos no celular dele, e o que fiz depois não contei a ninguém até hoje.
Eu tinha esperado meses por aquele sábado. Saltos altos, lingerie de renda, a chácara só para mim. Ninguém devia me ver. Então Roberto apareceu da chácara da frente.
Tinha braços que a gente nota mesmo quando tenta não notar. Ele me disse adeus em trinta segundos e voltou lá pra cima. Eu não consegui parar de pensar nele.
Cheguei de renda e saltos altos esperando Héctor. Diego abriu a porta com um sorriso irônico e eu não conseguia articular uma única palavra. Mas os saltos mudaram tudo.
Estava prestes a fechar o app quando veio o tap. Trezentos metros. Perto. Perto demais para ignorar num domingo sem planos.