Minha vizinha me implorou para ser minha escrava por e-mail
Eu já adestrava submissas pela internet havia anos, mas nunca imaginei que por trás da máscara da minha nova escrava estaria o rosto da mulher da casa da frente.
Eu já adestrava submissas pela internet havia anos, mas nunca imaginei que por trás da máscara da minha nova escrava estaria o rosto da mulher da casa da frente.
Quando ela tirou a blusa diante da janela aberta, eu soube que não ia parar, mesmo com meio bairro olhando. E eu também não queria que parasse.
Nadia se ajoelhou diante do vidro sabendo que os vizinhos do jardim ao lado não perdiam um detalhe. E isso foi apenas a primeira tarde.
Quando ela saiu para a garagem vestida assim, eu soube que perderia a aposta. O que eu não imaginei foi até onde aquele verão chegaria com ela e com a mãe dela.
Minha mulher cavalgava em cima de mim pensando no vizinho enquanto ele, do outro lado da parede, fazia o mesmo com a dele. Era questão de tempo.
Damián me seguiu até a água para ver minha bunda de perto. O que começou como uma brincadeira entre risadas terminou com os dois casais trancados no apartamento dele.
Subimos com duas garrafas de champanhe e a ideia de passar um bom momento. Ninguém nos avisou que a família da frente entendia jantares de outro jeito.
Subimos ao barco para pescar e tomar sol. Descemos dele sendo outra coisa. O que vi na proa ainda tira meu sono todas as noites.
Escolhi o vestido dela: branco, colado e sem nada por baixo. Queria que fosse a mais desejada do jantar, e ainda não imaginava até onde aquela noite nos levaria.
Marcos e Nadia só tinham feito isso com a gente. Nessa noite, vendados e com os vizinhos a caminho, descobririam até onde estavam dispostos a ir.
Levantei depois de fazer amor e, quase sem pensar, provei nos meus dedos o que ele tinha deixado dentro de mim. Naquela noite entendi até onde queria ir.
As reclamações pelo barulho terminaram em um jantar. E o jantar, em algo que Daniel jamais imaginou ver com os próprios olhos, dentro da própria casa.
A porta de emergência foi trancada e minha mulher ficou do outro lado, com ele. Só nos separava uma parede de gesso. E eu comecei a ouvir.
Desci até a piscina achando que só queria academia e sol. Não sabia que elas já tinham decidido o que fariam comigo quando os maridos fechassem os olhos.
Ela se apoiou na borda da mesa, abriu a jaqueta e disse com voz rouca: «Agora você pode tirar a dúvida». E eu soube que aquela tarde não terminaria no escritório.
Subi os catorze degraus com o frio colado à roupa e o segredo colado à pele: ninguém no prédio imaginava o que acontecia um andar abaixo.
Nunca atendo o telefone às três da madrugada, mas naquela noite soube que era ele — e o que tinha a confessar sobre minha mulher e o velho do quarto não podia esperar.
Aitor se gabava de que nenhuma mulher lhe resistia, e sua vizinha idosa o ouvia divertida… até que o rapaz revelou quem pretendia seduzir desta vez.
Marina achava que ele era só um rapaz indefeso. Numa tarde, descobriu que por trás da timidez havia alguém disposto a tomar o controle de tudo.
Abri a caixa na frente dele porque lá dentro vinha a desculpa perfeita. O que eu não esperava era que o vizinho se atrevesse tanto — nem que eu deixasse.