O que descobri na minha visita ao asilo
Cruzei a porta do quarto esperando encontrá-lo dormindo. O que vi me trouxe lembranças que eu achava enterradas, e não fui capaz de me virar.
Cruzei a porta do quarto esperando encontrá-lo dormindo. O que vi me trouxe lembranças que eu achava enterradas, e não fui capaz de me virar.
Essa noite o desafio era simples e insano ao mesmo tempo: atravessar o terreno nua, de quatro, passando bem em frente à janela de vidro onde qualquer um podia me ver.
Eu passava por trás do meu filho com ele colado às minhas costas, prendendo a respiração. Sabia que era errado, e justamente por isso não conseguia parar.
Não tinham passado nem cinco minutos do filme quando a mão dele já procurava debaixo do meu short, e eu, em vez de afastá-la, rezei para que ninguém na sala virasse para nos olhar.
Saí do banho e ela estava ali, olhando entre minhas pernas com aquele sorriso que eu já conhecia. Sabia exatamente onde apertar para eu parar de discutir e começar a obedecer.
Se eu gozasse no segundo exato, ela me deixaria fazer. Se eu errasse, prometia um castigo que eu temia e desejava havia semanas.
Cada vez que fico sozinho em casa, repito o mesmo ritual. E cada vez fica mais difícil distinguir o jogo do que eu realmente desejo ser.
Ela o manteve amarrado ao desejo por um mês. Nessa noite, Selene decidiria quando, como e quanto ele sofreria antes de enfim deixá-lo gozar.
No começo eu só olhava pela fresta: homens nus, amarrados, implorando por mais castigo à mulher que ria sobre eles. Até que ela me estendeu a mão.
Entrei em casa e não ouvi nada. Aquele silêncio significava uma única coisa: naquela noite minha Ama não estava para brincadeira, e eu pagaria cada minuto do mau humor dela.
Desci para a sala de tanga, sabendo que ele me olhava do outro sofá. Do outro lado da parede, minha amiga transmitia seu live com o namorado. E eu só pensava em qual porta abrir naquela noite.
Aceitei ir a uma casa de campo, longe da minha cidade, para me entregar a um grupo de homens que eu não conhecia. Nunca pensei que fosse gostar tanto.
Três mulheres, uma casa enorme e uma piscina ao sol. Bastou um olhar entre elas para a tarde deixar de ser inocente e virar outra coisa.
Ela veio comprar meu livro e sentou no meu colo, de costas para mim. “Leia devagar, em voz alta”, pedi, enquanto meus dedos começavam a descer por sua barriga.
Achei que a sauna era só minha, junto com meus brinquedos. Então a porta se abriu e uma desconhecida altíssima me olhou sem nenhuma pressa de se cobrir.
Nunca pensei que umas mãos de mulher pudessem me tocar assim. Quando minha patroa me ofereceu uma massagem, não sabia que estava abrindo uma porta que eu não iria querer fechar.
Mariana nunca tinha beijado outra mulher até aquela noite. Voltou para casa tremendo de desejo, sem imaginar que sua meia-irmã a observava no escuro.
Eu podia ouvir as risadas através da parede. Quando me aproximei da porta entreaberta, o que vi me tirou o fôlego: minhas duas melhores amigas, meio nuas, se olhando.
A deixaram plantada no altar e ela jurou nunca mais amar um homem. O que ela não sabia era que, atrás dos muros do convento, a esperava algo bem diferente.
Ela veio esperar minha mãe e ficou no batente me olhando dormir. Eu não sabia que naquela tarde deixaria de ser a garota que nunca tinha ficado com uma mulher.