A pergunta que minha mãe me fez naquela noite
Há anos eu a desejava sem saber que ela também pensava em mim. Naquele sábado, ela desceu à sala com uma revista e uma pergunta que mudou tudo.
Há anos eu a desejava sem saber que ela também pensava em mim. Naquele sábado, ela desceu à sala com uma revista e uma pergunta que mudou tudo.
Eu andava de pernas abertas, carregado de uma dor que não sabia aliviar. Quando ela entrou no meu quarto e perguntou o que acontecia, percebi que não havia mais volta.
Da última vez que a vi, tínhamos doze anos. Agora ela dançava colada a mim, de saia vermelha, e com um olhar que não era de prima.
Era meu filho; ele tinha voltado na noite anterior. Às sete da manhã, entrei no banheiro sem pensar e o encontrei em frente ao espelho, sem nada.
Subi para conhecer o apartamento novo e brindar com espumante. Só desci na manhã seguinte, com o perfume dela ainda grudado na pele e um segredo impossível de contar.
Ela abriu a porta de robe mal fechado, salto alto e um sorriso que não era de boas-vindas. O marido não estava, e ela sabia disso quando me mandou entrar.
Desci ao banheiro descalça e, ao empurrar a porta, o vi saindo do banho. O que vi naquele segundo nunca mais saiu da minha cabeça.
Estávamos conversando havia três semanas sem nos vermos. Quando finalmente atravessei a porta do apartamento dele naquela noite, soube que não sairia dali igual.
À meia-noite, alguém parou diante da minha cela. Eu ainda não tinha tirado o hábito e a vela seguia acesa sobre o altar.
Há quatro anos nos beijávamos escondidos como dois namorados secretos. Quando os tios fecharam a porta rumo ao aeroporto, eu soube que naquela noite já não haveria volta.
Uma câmera escondida atrás dos livros, dois irmãos dispostos a compartilhar tudo e uma namorada com um sorriso franco demais para parecer inocente.
Encontrei minha mãe chorando no sofá com o robe azul mal fechado. Quando eu disse que ela era linda, já sabia que naquela noite eu deixaria de ser só seu filho.
Meu marido vinha sussurrando aquilo tantas vezes na cama que já não parecia fantasia. Naquela noite, o professor entrou pela porta e tudo se tornou real.
Eu estava há meses cobrando de desconhecidos quando ligou uma garota que vinha perder a virgindade comigo. Naquela tarde entendi quase tudo.
Quando ela bateu na minha porta à meia-noite, achei que precisava de alguma coisa. O que eu não esperava era vê-la tirar a camisola e deslizar para a minha cama com aquele sorriso.
Uma proposta entre risadas, diante da TV da cabana, abriu uma porta que minhas irmãs e eu nunca mais conseguiríamos fechar.
Quando chegamos à casa do meu sogro, achei que a despedida seria como qualquer outra, até ver minha sogra descendo as escadas com aquele olhar que eu já conhecia.
Ela chegou ao meu apartamento com a bochecha ainda roxa. Na mesma noite entrou no banheiro enrolada numa toalha e a deixou cair ao me ver.
Naquela noite, enquanto eu o masturbava na cama, ele me interrompeu e pediu que eu contasse como era o outro. Não imaginei que minha confissão ia mudar nossa cama.
O robe mal cobria as pernas dela quando se aproximou do sofá. Tobías já não fingia dormir, e em mim transbordava tudo o que eu vinha calando há meses.