O segredo que minha namorada descobriu na maternidade
Naquela noite, enquanto dirigia de volta para casa, soube que por trás do sorriso maroto dela havia uma nova ideia. E que eu não conseguiria tirá-la da cabeça.
Naquela noite, enquanto dirigia de volta para casa, soube que por trás do sorriso maroto dela havia uma nova ideia. E que eu não conseguiria tirá-la da cabeça.
Durante anos aceitei para agradar e depois corria ao banheiro para cuspir. Com ele descobri que a barreira mais difícil de derrubar era também a que escondia mais prazer.
Começou como um jogo com fantasia e botas altas, mas terminou comigo de joelhos às três da madrugada, incapaz de saciar o que ele despertou em mim.
Cobri seus olhos por um segundo, o justo para ligar o gravador atrás do travesseiro. Ele nunca soube que naquela noite ficou preso para sempre numa fita vermelha.
São duas da tarde, estou há horas acariciando-o e ainda não dei permissão para ele gozar. Hoje quem manda sou eu, e ele aprende a esperar.
Conheci-a aos vinte anos e a desejei em silêncio por mais de uma década. Quando ela reapareceu, eu soube que desta vez não me contentaria só em olhar.
Nunca tinha tocado uma barriga assim sem a luva e o avental no meio. Dessa vez era a de Marisol, sua cunhada, e ela não conseguiu fingir que só buscava os chutes dos gêmeos.
Nadie imaginaría que esos tenis gigantes y ridículos guardan mis secretos. Esa noche en la carretera, con todos dormidos, me atreví por fin a lo que tanto fantaseaba.
Toda noite ela me pedia algo novo pelas grades da janela, e eu era incapaz de dizer não, mesmo que isso significasse mexer no cesto de roupa suja da minha própria mãe.
Durante anos fantasiei servir a uma mulher que me quisesse aos seus pés. Renata não fingia dominar: fazia isso com uma calma que me deixava sem ar.
A calcinha dela cheirava ao dia inteiro, e eu não resisti: subi na cama disposto a prová-la enquanto ela dormia, sem saber que ela já estava acordada me esperando.
Escolhi o lugar mais perto da água, deixei cair o biquíni e, antes de me deitar, procurei com os olhos quem não conseguia desgrudá-los de mim.
Ninguém se atrevia a se mover, mas ela sabia que bastava um gesto seu para que a praia inteira prendesse a respiração e o círculo deixasse de ser só areia.
Eu a odiava com todas as forças e, ainda assim, com o corpo dela amarrado sobre o meu e a mordaça abafando seus insultos, meu corpo me traiu da pior forma.
Nenhuma disse em voz alta, mas ambas sabiam: cada gesto sob o sol era um desafio, um convite que ninguém na praia conseguiu ignorar naquela tarde.
A regra sempre foi a mesma: sua virgindade era intocável. Nesta noite, diante de uma sala de homens ávidos, essa regra seria quebrada ao melhor ofertante.
Fui treinada para agradar e obedecer, mas aquela porta entreaberta despertou algo diferente: uma faísca de desafio que nem as algemas frias contra minha pele conseguiram apagar.
Havia anos eu o imaginava em silêncio, sem contar a ninguém. Naquela noite, no bar de um hotel desconhecido, uma mulher desconhecida decidiu por mim.
Eu ainda estava nua sobre a cama quando a porta se abriu, e por um segundo nenhum dos dois soube o que fazer com o que o outro acabara de ver.
Quando o sol começou a cair, nenhuma das duas mulheres mandava com palavras: bastava um olhar para que cada mão soubesse onde devia pousar.