A namorada do meu irmão tinha outros planos para mim
Nessa tarde em casa, enquanto experimentávamos roupas na sala, entendi que o olhar que Valeria me lançava não tinha nada de inocente.
Nessa tarde em casa, enquanto experimentávamos roupas na sala, entendi que o olhar que Valeria me lançava não tinha nada de inocente.
Rodrigo a convenceu a se virar. Era só um momento, dizia. Marcos vinha há anos olhando para ela assim e Sandra só percebeu agora.
Ele me disse para fechar os olhos, que tinha um chocolate para mim. O que senti nos lábios não era exatamente chocolate.
Eu só queria espairecer por uma noite. Não esperava que essa despedida de solteira, esse bar e aquele homem ficassem em mim por tanto tempo.
Renata usava um vestido quase transparente de suor e um sorriso que não era de descanso. Ninguém sabia dançar. Nessa noite, isso não importou.
Quando baixei os olhos, vi que ela segurava o preservativo maior entre os dedos. Não era para mim. E, ainda assim, eu não fui capaz de ir embora.
Quando abri a porta vestida com a blusa de botões e os saltos, soube que aquela manhã de inverno não seria uma aula qualquer, mas uma rendição combinada com ele.
Ela apareceu na minha tela numa noite qualquer, mas a voz rouca dela fez algo dentro de mim despertar com uma urgência que eu não sabia que existia.
Prometi a mim mesma esperar. Quanto mais me negasse, mais intenso seria. Mas o corpo tem suas próprias razões e naquela noite não estava disposto a ceder.
Quando Marcos desceu do telhado suado de suor, Carmenza já sabia que não ia deixá-lo ir. Fazia tempo demais que esperava por um homem assim.
Naquela noite na casa alugada em Búzios, com três caras e uma garrafa de vodca pela metade, Camila decidiu que a vergonha podia esperar até amanhã.
Quando contei na varanda o que aquele desconhecido tinha me feito um mês antes, não esperava que ela pedisse para ir junto da próxima vez.
Quando Bruno apagou o baseado e me olhou daquele jeito, eu soube que a noite terminaria de um jeito bem diferente de como tinha começado. E nenhum dos dois se arrependeu.
Havia algo que o tio dela pedia havia meses. Ela vinha se recusando havia meses. Até que viu aquele celular sobre o balcão, e tudo mudou entre os dois.
A regra era simples: nada de se apaixonar. Mas quando Rocío me mandou aquele áudio à meia-noite, eu soube que isso ia se complicar mais do que eu queria.
Tínhamos cruzado uma linha sem volta. Diante do fórum, entendi que o que eu sentia por ele era mais real que qualquer medo.
O trato era simples: se ela chegasse até a garagem sem ser vista, a recompensa seria inesquecível. Mas o prédio nunca estava totalmente vazio.
Compartilhar a cama com o namorado da minha cunhada parecia inofensivo. Mas quando senti o corpo dele contra o meu no escuro, soube que a noite não acabaria bem.
Ela percebeu antes de mim. Segurou minha mão na pista e me olhou como se soubesse exatamente o que eu ainda não conseguia admitir para mim mesma.
Quando Clara viu a fechadura enferrujada do quarto quatro, não se assustou nem hesitou. Suspirou, pediu a toalha de sempre e entrou primeiro.